Notícias e Publicações

Notícias

12/06/2018

Boas práticas começam em casa

Políticas de Investimentos são tema de Seminário realizado por Previ, Petros, Funcef e Valia.

As estratégias e desafios que as entidades fechadas de previdência complementar têm na formulação das políticas de investimentos e de estratégias de alocação de ativos permeiam os temas debatidos no Seminário de Políticas de Investimentos, evento realizado pela Previ, Petros, Funcef e Valia nesta terça-feira, 12/6, em Copacabana.
 

Essa é quarta edição do evento, que em seus primeiros três anos foi realizado na Previ como pontapé inicial na revisão anual das Políticas de Investimento dos planos da entidade. O seminário em 2018 está dividido em quatro painéis: “Planejamento das Políticas de Investimentos”, “Filosofia de investimentos – Desafios e perspectivas no ambiente de taxas de juros declinantes”, “Investimentos responsáveis” e “Investimentos na era da tecnologia”.

“Ficamos felizes em perceber que o debate desse tema vem ganhando cada vez mais relevância não só nas entidades fechadas de previdência complementar, mas no setor como um todo. Uma Política de Investimentos forte e bem estruturada é o melhor caminho para alcançar o êxito e pagar benefícios de forma eficiente, segura e sustentável. Administrar a longo prazo é administrar bonança e escassez. Para que essa estratégia seja levada com a eficiência e eficácia necessárias para cumprirmos a nossa missão, precisamos ter uma Política de Investimentos clara, robusta e de longo prazo”, destaca Gueitiro Genso, presidente da Previ. 

seminario.jpg


As Políticas de Investimentos são balizadoras da governança da Previ, que é reconhecidamente uma das mais modernas entre as entidades fechadas de previdência complementar. Os documentos, que são revisados anualmente para um ciclo de sete anos, também são ferramentas importantes no acompanhamento da conjuntura econômica. Monitoram não só as possíveis dificuldades que serão enfrentadas, mas também novas oportunidades.

Em 2017 houve a inclusão nas Políticas de Investimentos do Programa de Integridade. Isso significa definir parâmetros mais rígidos de ética, integridade e cumprimento das leis nos investimentos da Previ e cobrar das empresas nas quais a entidade investe a adesão ao código de ética e o respeito às boas práticas de responsabilidade socioambiental. Desse modo, a Previ mitiga o risco de envolvimento em investimentos pouco transparentes, ao mesmo tempo em que fomenta um padrão ético elevado no mercado brasileiro.

Governança fortalecida

No Seminário de Políticas de Investimentos foi lançado o Guia Previ de Melhores Práticas de ASGI em Investimentos. O objetivo é produzir diretrizes e orientações para as demais entidades interessadas em adotar ou aprimorar os critérios ASGI – uma sigla para práticas Ambientais, Sociais, de Governança Corporativa e Integridade - utilizados em suas Políticas de Investimentos, buscando propiciar a evolução do sistema de previdência fechada no Brasil.

O envolvimento da Previ com essas boas práticas vem de longa data, com ações como o lançamento do Código Previ de Melhores Práticas de Governança Corporativa,  uma iniciativa pioneira, que incorporou a experiência e maturidade da Previ na gestão de suas participações acionárias, e levantou bandeiras até então pouco debatidas no mercado de capitais brasileiros. Outra ação pioneira da Entidade é a participação no desenvolvimento da iniciativa internacional Princípios para o Investimento Responsável, o PRI, da qual é signatária desde 2006. Apoiado pela ONU, o PRI estimula a inserção de critérios ambientais, sociais e de governança nos processos de investimento. Os princípios fornecem um marco para o alcance de melhores retornos de longo prazo e mercados mais sustentáveis.

Buscando continuar com o protagonismo, em 2018 está sendo implementado uma metodologia inovadora, o Rating de Governança, em que as companhias em que a Previ pretende investir serão avaliadas antes da compra ou do aumento do investimento no ativo. A nota recebida servirá como um dos subsídios utilizados nos processos de tomada de decisão de investimentos da Previ em renda variável.