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15/12/2017

Bons resultados do Plano 1 evitam contribuições extraordinárias

Desempenho dos investimentos até novembro de 2017 cobriu a parte do déficit técnico de 2016 que deveria ser equacionado.

O ano termina com uma boa notícia para os associados do Plano 1. O bom desempenho da carteira de investimentos entre janeiro e novembro de 2017 gerou um resultado líquido positivo de R$ 5,7 bilhões. O valor é suficiente para cobrir o déficit técnico acumulado a ser equacionado, apurado em 31/12/2016, no valor de R$ 1,4 bilhão, sem a necessidade de contribuições extraordinárias, assim como já tinha acontecido em 2016.


Em 2017 a Previ preparou mais uma vez um Plano de Equacionamento, conforme especifica a Resolução CGPC 26/2008. Com o bom desempenho do Plano 1 durante o ano, foi possível cobrir o valor a ser equacionado com o resultado do ano apurado até 30/11/2017. O déficit técnico que será liquidado, de R$ 1,4 bilhão, é o equivalente a 1% da Reserva Matemática de dezembro de 2016. A utilização de eventuais resultados líquidos positivos como fonte alternativa de recursos para o equacionamento de déficit está prevista na Instrução Previc nº 32, de setembro de 2016.

Como é calculado o valor a ser equacionado?

As regras do setor de previdência complementar permitem que um fundo de pensão mantenha um determinado nível de déficit, calculado de acordo com a duration, ou seja, de acordo com a duração do passivo, que corresponde à média ponderada dos prazos dos fluxos de pagamentos de benefícios do plano. Os valores do déficit acumulado que extrapolam esse limite técnico precisam ser equacionados. Planos mais maduros, como o Plano 1, têm uma duration mais curta. Como os prazos dos fluxos de pagamentos dos benefícios acontecem em um período menor, a tolerância ao déficit diminui, e os desequilíbrios precisam ser corrigidos mais rapidamente. A duration de um plano é um indicador dinâmico, que muda a cada ano. A do Plano 1 será recalculada após o resultado final de 2017 ser fechado, quando também será possível verificar se existirá necessidade de se elaborar um novo plano de equacionamento em 2018. 

O que é o Resultado Líquido Positivo?

O déficit da Previ, originado em 2015 em um cenário político-econômico desfavorável, é conjuntural. Os ativos da Previ são fortes e resilientes, administrados por uma equipe técnica, competente e séria. Não à toa tivemos resultados positivos nos exercícios de 2016 e até novembro de 2017.  A rentabilidade do Plano 1 ficou em 10,46% no resultado acumulado de janeiro até 30/11/2017, muito acima da meta atuarial do período, de 6,46%, o que gerou o excedente de rentabilidade financeira em relação à meta atuarial de R$ 5,7 bilhões – também chamado de Resultado Líquido Positivo. É importante ressaltar que ainda não temos o resultado do exercício de 2017 fechado, já que o mês de dezembro não foi apurado. Leia mais sobre o que significam os resultados positivos do Plano 1 na matéria publicada no site da Previ em 11/12

Destaque positivo no sistema

O bom desempenho da Previ nos anos de 2016 e 2017 comprova que a entidade é um destaque positivo do sistema brasileiro de fundos de pensão. Ao compararmos os números da Previ com algumas das maiores fundações do país até o último resultado divulgado, em 2016, verificamos que a entidade é a única com resultados positivos e que não cobra contribuições extraordinárias de seus associados e patrocinadores. Enquanto a contribuição de aposentados do Plano 1 é de 4,8%, a média das contribuições normais de assistidos nas outras três maiores fundações é de cerca de 10,9%, além da cobrança do percentual de contribuição extraordinária do plano de equacionamento.

Governança e Integridade

Em cenários difíceis, a boa gestão se torna ainda mais valiosa. A governança da Previ é reconhecidamente uma das mais modernas no segmento de previdência complementar do país. São vários os aspectos que fortalecem o modelo da entidade, como o corpo técnico de excelência, todo formado por associados; o estatuto, que determina que para ser dirigente da Previ é necessário ter, no mínimo, dez anos como participante; os documentos balizadores da gestão, que são as Políticas de Investimentos e o Planejamento Estratégico; e a estrutura segregada – na Previ, quem planeja não executa e quem executa não controla.

Outro diferencial importante é um Programa de Integridade consolidado. O da Previ foi criado em 2014, a partir da Lei Anticorrupção nº 12.846/2013, e visando o seu aprimoramento constante, se encontra em seu segundo processo de revisão. Em maio de 2017 a entidade aderiu ao “Pacto Empresarial pela Integridade e Contra Corrupção”, que está no centro do projeto “Empresa Limpa”, promovido pelo Instituto Ethos. O documento apresenta um conjunto de diretrizes e compromissos a serem adotados pelas empresas e entidades signatárias, com o objetivo de estimular uma postura ética tanto no seu ambiente de negócios como, também, no mercado como um todo.

Transparência

Os resultados dos planos de benefícios da Previ estão sendo divulgados mensalmente para os associados, que recebem em seus e-mails o Boletim de Desempenho. A newsletter tem informações fundamentais sobre os desempenhos do Plano 1 e do Previ Futuro, como a rentabilidade, distribuição dos investimentos, relações completas dos ativos separados pelas carteiras de Renda Variável, Renda Fixa, Investimentos Imobiliários, Investimentos Estruturados e no Exterior. A divulgação é uma ação de transparência da entidade, já que a exigência legal é de que esses dados sejam publicados apenas uma vez por ano. A prestação de contas é um compromisso da Previ com seus mais de 200 mil participantes.