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06/06/2018

O caminho para um futuro tranquilo

Segunda edição da Semana Previ de Educação Financeira e Previdenciária tem palestras e atendimento a participantes.

“Economizar dá trabalho, requer persistência, constância e paciência”. A frase, dita pelo economista e professor da FGV-RJ Luís Carlos Ewald, também conhecido como Sr. Dinheiro, traduz bem o clima da palestra que aconteceu na sede da Previ, em maio, durante a 2ª Semana Previ de Educação Financeira e Previdenciária.


O evento faz parte da 5ª Semana Nacional de Educação Financeira (Semana Enef), uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira para promover a Estratégia Nacional de Educação Financeira. Durante a abertura do evento – que contou com quatro dias de palestras e atendimento presencial para participantes do Plano 1 e do Previ Futuro do Rio de Janeiro (RJ) e Vitória (ES) –, o diretor de Seguridade, Marcel Barros, falou da importância do tema para a Previ.

“Desde 2006 realizamos, constantemente, ações de educação financeira e previdenciária para nossos participantes [...]. Entendemos que é fundamental que as pessoas estejam bem-informadas sobre como administrar seu dinheiro e seus investimentos, para poderem maximizar seus salários e planejar um futuro tranquilo.”

A programação envolveu mais de 550 participantes. Na palestra do Sr. Dinheiro foram 249 pessoas, e nas palestras sobre o Plano 1 e Previ Futuro, 247, além de 99 atendimentos prestados.

Participantes aprendem tudo sobre benefícios

Elizabeth Warlet e Francisco de Paiva são colegas de Banco, na Diretoria Financeira, no Rio de Janeiro. Participantes do Plano 1, eles estavam a poucas semanas da aposentadoria, quando assistiram à palestra da 2ª Semana Previ de Educação Financeira e Previdenciária, realizada em maio, no Rio de Janeiro, sobre os benefícios de aposentadoria da Previ. No local, também foi montado um estande de atendimento do Previ Itinerante para esclarecer dúvidas dos associados e agendamento de assessoria previdenciária.

“Foi muito bom”, elogiou Elizabeth. Lá, ela descobriu como evitar um desconto inútil: “Fui orientada a cancelar meu pecúlio de invalidez na Capec, pois depois da aposentadoria perderia o direito a esse benefício, porque entrei no Banco e me aposentei pelo INSS antes de 2010.” Isto porque, o regulamento da CAPEC vigente até 5/1/2010 não permitia manter o Pecúlio Invalidez após a aposentadoria pela previdência oficial. Pelo regulamento atual, é possível manter o Pecúlio Invalidez, mesmo após a aposentadoria pelo INSS, enquanto o funcionário ainda não se desligou do Banco do Brasil.

Francisco, por sua vez, considerou uma ótima iniciativa de a Previ organizar um evento voltado para os participantes do Plano 1 que ainda estão na ativa. “Serviu para tirar algumas dúvidas sobre o processo”, disse. Tanto Francisco quanto Elizabeth contaram que estão atentos para conseguir o melhor benefício possível. “Fizemos preservação de nível do salário, que melhora a média para o cálculo do benefício, depois que optamos pela jornada de seis horas”, disse ela.

Com o pedido de aposentadoria no INSS já encaminhado, Danielle Fuckner, arquiteta do Banco do Banco do Brasil, foi ao evento para saber mais sobre suas condições de aposentadoria pelo Plano 1. “Tenho 30 anos de Banco, e 28 de Previ, porque entrei como menor aprendiz”, contou. “Dei entrada no INSS para me tornar elegível caso haja algum outro programa de incentivo à aposentadoria”. Na Previ, ela espera se aposentar em algum momento nos próximos dois anos. “Já fiz assessoria previdenciária e fui muito bem atendida”, disse.


Dicas para se relacionar melhor com o dinheiro

O economista Luís Carlos Ewald falou sobre a importância de termos uma boa relação com o dinheiro, e afirmou que o comportamento de cada um de nós é a chave da educação financeira de sucesso. Ele deu dicas de como economizar no dia a dia e guardar dinheiro para realizar planos.

Qual é a proporção ideal do salário para economizar? Para o economista, 10% é a fração ideal. "É como se pagássemos o dízimo para nós mesmos". Quem quer poupar precisa retirar 10% do salário assim que receber e, então, guardar em uma aplicação financeira. Enquanto tiver pouco dinheiro, o melhor destino é a caderneta de poupança, a mais fácil e barata das aplicações. Depois, dá para escolher entre as várias aplicações, como fundos, Tesouro Direto, Letras de Crédito imobiliário ou ações. A previdência complementar é outro investimento de longo prazo essencial e, no caso da Previ, a contrapartida do Banco do Brasil faz toda a diferença.

Faça o orçamento família: fazer o orçamento doméstico é tarefa essencial para seu dinheiro render mais, ensina o Sr. Dinheiro. A receita do sucesso, segundo o economista, é anotar todas as despesas para ver o que é supérfluo e o que não é, e tratar de gastar menos do que se ganha, poupando, no mínimo, 10% da renda.

Resista a compra por impulso: como? ‘Esqueça’ o cartão de crédito, o talão de cheque e a carteira de identidade em casa para não cair na tentação de comprar. Sair com o dinheiro contado é outra opção.

Corte gastos: Para não ficar de bolso vazio, é preciso cortar algumas despesas e, assim, ter dinheiro para poupar. Os primeiros da lista são as despesas supérfluas, aquelas de que você não precisa, mas acha ‘que merece’. “Não comer fora de casa durante um período ou deixar de "aproveitar" as liquidações para encher o guarda-roupa com peças de que não precisa são iniciativas que geram bastante retorno”, conta.