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16/03/2020

O que define nossa sustentabilidade

Previ atualiza sua Política de Responsabilidade Socioambiental para acompanhar as transformações que afetam o meio ambiente e o mundo de negócios

Hoje é celebrado o Dia Nacional da Conscientização sobre as Mudanças Climáticas, instituído por uma lei federal (12.533/11) com o objetivo de viabilizar debates e chamar atenção para o impacto que os gases do efeito estufa (GEE) podem causar no médio e longo prazo para o clima na Terra.

A questão climática é uma das diretrizes da Política de Sustentabilidade e Melhores Práticas ASGI da Previ, atualizada em janeiro deste ano, que busca direcionar a atuação da Previ quanto às melhores práticas de sustentabilidade em todas as suas atividades. Segundo o texto da política, a Previ deve “observar os impactos das mudanças climáticas em seus investimentos e fomentar a observação deste tema nos empreendimentos e empresas nas quais investe, suas cadeias de suprimentos e frente aos demais atores do mercado”.

A Política de Sustentabilidade e Melhores Práticas ASGI substituiu a Política de Responsabilidade Socioambiental (RSA) da Previ, passados quase dez anos da sua publicação, para acompanhar a evolução desse tema no mundo corporativo e na própria Entidade.

Esta Política será o principal balizador da construção de um Plano Diretor de Sustentabilidade que reunirá de forma direta e pormenorizada as ações que entregarão nossas metas e ambições de médio e longo prazo, ligadas às questões de sustentabilidade e melhores práticas ASGI.

A data

Em 16 de março de 1998 foi aberto o processo de assinatura do Protocolo de Kyoto, tratado internacional articulado para levar países desenvolvidos a reduzir suas emissões de gases do efeito estufa, especialmente dióxido de carbono (CO2). O Brasil assinou o protocolo em 1998 e o ratificou em 2002, por meio do decreto legislativo nº 144/2002.

O aumento da emissão desses gases é considerado a principal causa do aquecimento global e das mudanças no clima. Estudos do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU) apresentados em 2013 comprovaram que a ação humana tem intensificado e provocado essas mudanças, principalmente por conta da emissão em excesso de GEEs, seja por queima de combustíveis fósseis para geração de energia ou por desmatamento.

Energia limpa

Todos os anos, os principais líderes globais, empresários e governantes que participam do Fórum Econômico Mundial respondem a uma pesquisa sobre os riscos globais que o mundo enfrenta. Neste ano, as cinco primeiras posições do ranking ficaram com temas relacionados a problemas ambientais e mudança climática.

Nesse sentido, um dos caminhos para solucionar esse desafio é fazer a transição para uma economia de baixo carbono, que passa a investir em novas formas de geração de energia, em especial as fontes de energia limpa.

A implantação da usina fotovoltaica pela Previ, que começa a operar este ano, é um exemplo de iniciativa que contribui para um modelo de atuação mais eficiente e sustentável, pois, além de reduzir os gastos com energia, também contribuirá para a redução da emissão de GEEs, uma vez que a matriz energética será a partir da luz solar.