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17/10/2017

Plano 1 tem superávit de R$ 7,34 bilhões em 2017

Resultado em setembro é de R$ 3,13 bilhões. Confira o Boletim de Desempenho com informações detalhadas sobre o plano.

O Plano 1 da Previ teve um superávit no mês de setembro de R$ 3,13 bilhões, com uma rentabilidade de 2,47%. Apesar da conjuntura econômica desafiadora, o maior e mais antigo plano da entidade vem apresentando resultados positivos, provando a força da governança e dos ativos da carteira de investimentos. Confira o Boletim de Desempenho com as informações detalhadas sobre o resultado do plano de benefícios.


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O resultado do Plano 1 em 2017 é de R$ 7,34 bilhões, um número que deixa o plano ainda mais próximo de acabar com o déficit acumulado, que caiu para R$ 6,59 bilhões. Se a rentabilidade da carteira de renda variável se mantiver crescendo, a tendência é que o déficit continue a diminuir em 2018. Na contramão do que tem acontecido no setor, os associados da Previ nunca precisaram e não precisam fazer contribuições extraordinárias. De acordo com as normas do Conselho Nacional de Previdência Complementar, o Plano 1 está em equilíbrio técnico. Com 114.351 associados, o plano tem 82.129 aposentados, que fazem uma contribuição mensal de 4,8% dos seus benefícios.

A rentabilidade dos investimentos do Plano 1 de janeiro até setembro de 2017 foi de 11,02%. A taxa atuarial do período, que é a meta a ser perseguida, foi de 5,02%. A carteira de investimentos da Previ é resiliente, com ativos de qualidade fundamentados na economia real, que se provaram fortes mesmo em momentos econômicos adversos. Esses mesmos ativos foram os responsáveis por diversos superávits na década passada, que foram distribuídos para os associados. Os participantes do Plano 1 não precisaram contribuir para o plano por diversos anos e ainda receberam um benefício especial temporário entre 2010 e 2013.

O modelo de governança da Previ é reconhecidamente um dos melhores entre as entidades fechadas de previdência complementar e uma das razões dos bons resultados da entidade. Gueitiro Genso, presidente da instituição, explica:  "Uma boa governança é um modo de vida, um valor que tem de estar colocado nas organizações. O prazo regulamentar de divulgação do resultado é anual, mas nós fazemos isso mensalmente. Nem as empresas listadas em Bolsa já publicaram o resultado de setembro, mas nós estamos publicando. Esse exemplo é para mostrar que exercitar a governança vai muito além de obedecer a regras. É preciso estar intrínseco na cultura. Uma governança fortalecida faz com que a gente possa passar por momentos de turbulência com segurança”.

Um dos pilares da governança da Previ é o seu corpo técnico, formado por funcionários do Banco do Brasil que são associados da entidade. Ou seja, gerem também o dinheiro das próprias aposentadorias. Os outros dois são o estatuto, que determina que para ser dirigente da entidade é obrigatório ter no mínimo 10 anos como associado; e a estrutura segregada, que especifica que quem planeja não executa, e quem executa não controla. Esses elementos são importantes na blindagem da Previ, que já é fortalecida por todas as decisões de investimento pautadas por políticas e diretrizes bem definidas, buscando a remuneração adequada do capital no longo prazo. O objetivo? Seguir firme na sua missão de pagar benefícios aos seus mais de 200 mil associados.