Notícias e Publicações

Notícias

14/05/2020

Resiliência para enfrentar a crise

Previ está preparada para enfrentar a queda dos mercados causada pela pandemia de Covid-19

Estamos vivendo a maior crise do último século. Não apenas econômica, mas também de saúde – a pandemia de Covid-19 continua a atingir países por todo o mundo, assim como as suas consequências. Até o dia 13/5/2020, são mais de 188 mil casos da doença no Brasil, com 13.149 mortes. No mundo são 4,17 milhões de casos, com mais de 287 mil mortes.    

Em uma conjuntura tão difícil, os indicadores financeiros caíram drasticamente. O segmento mais impactado é o da renda variável. O Ibovespa caiu 36,86% no primeiro trimestre – só no mês de março, o recuo foi de 29,90%. O reflexo desses números nos planos de benefícios da Previ é inevitável. O resultado acumulado do primeiro trimestre de 2020 é negativo em 12,39% no Plano 1, com um déficit de R$ 23,59 bilhões, e de 12,14% no Previ Futuro. 

Diante de um cenário de incerteza, é normal ter dúvidas. O presidente da Previ José Maurício Pereira Coelho fez um vídeo respondendo aos principais questionamentos dos associados:

Nos momentos desafiadores, é importante lembrar que os investimentos da Previ são sólidos, compostos por empresas da economia real, de setores produtivos e que investem vultosos recursos em seus negócios. Os números comprovam a resiliência dos nossos ativos, mesmo em um cenário tão negativo. Ao compararmos o desempenho dos fundos da Previ com outros do mercado, estamos perdendo menos – o que é um efeito da qualidade dos investimentos e da diversificação da carteira. 

Dados apurados pelo sistema da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) mostram que os fundos de ações do mercado tiveram, em média, um desempenho negativo de 33,41%. O segmento de renda variável do Plano 1 recuou bem menos: 25,98%. No Previ Futuro, ao compararmos a rentabilidade do Perfil Agressivo (que tem de 40% a 60% dos seus ativos alocados em renda variável) com a média de perfis semelhantes em outras entidades de previdência, a diferença também é considerável: o desempenho no mercado foi negativo em 25,83% e o do perfil da Previ foi em 20,01%. Confira os dados completos do Plano 1 e do Previ Futuro no boletim de março:

botao_P1.png

botao_PF.png

Numa situação adversa tão brutal como a que estamos presenciando, ter investimentos com rentabilidades que recuam menos que as do mercado são um sinal importante de resiliência das carteiras de ativos. Não à toa, já superamos diversas crises em nossos 116 anos de história – inclusive algumas relativamente recentes, como a de 2015, quando o país vivia uma recessão e o Plano 1 teve um déficit conjuntural de R$ 16,14 bilhões. A rentabilidade dos anos seguintes foi positiva até a reversão completa do quadro em 2018, quando o Plano 1 teve um resultado superavitário de R$ 6,52 bilhões no fechamento do ano. 

Com uma governança fortalecida, a Previ está preparada para enfrentar esta fase turbulenta. A Entidade tem uma excelente liquidez de curto prazo, o que garante recursos suficientes em investimentos que podem ser convertidos facilmente em caixa para o cumprimento da missão, de pagar benefícios a todos nós, associados, de forma eficiente, segura e sustentável. E o melhor: a liquidez da Previ garante a capacidade de continuar a pagar aposentadorias sem necessidade de vender os investimentos em condições desfavoráveis. Isso proporciona tranquilidade para esperar pela recuperação do valor das ações.  

Mesmo com o choque intenso no curto prazo os mercados vão se recuperar, ainda que lentamente. Continuamos a monitorar constantemente o cenário e os investimentos, durante a crise ainda mais do que em condições normais. Dessa forma, além de ser possível acompanhar o eventual impacto nas diferentes categorias de ativos, também podemos identificar e avaliar possíveis oportunidades que surjam. A crise, como tantas outras que já enfrentamos, vai passar. E, quando ela passar, a Previ continuará sólida e pagando benefícios, como fez durante toda a sua história.