• Notícias e Publicações
  • Sala de Imprensa
  • Fale Conosco
  • Ouvidoria
  • Recadastramento
  • Previ in English

Notícias e Publicações

Notícias

25/01/2019

Vivendo mais e melhor

Tábua de mortalidade dos planos da Previ é atualizada para acompanhar a longevidade dos associados

 

A média da expectativa de vida dos associados da Previ aumentou. Vive-se cada vez mais, e com mais qualidade de vida proporcionada pelos avanços da ciência. Atualmente, a Previ tem 67 aposentados e pensionistas com mais de 100 anos. Há seis anos, eram apenas 13 pessoas.

O aumento da longevidade dos associados da Previ foi constatado nos estudos que a Previ realiza anualmente para verificar se a expectativa de vida da tábua de mortalidade utilizada tem se confirmado ou não. Com base nessas análises, a Previ pode definir as premissas que melhor mensuram os recursos necessários para pagar aposentadorias e pensões.

Essa constatação levou à troca das Tábuas de Mortalidade do Plano 1 e do Previ Futuro. As novas premissas, válidas desde 1/1, proporcionam mais segurança: o objetivo é medir de forma precisa o passivo atuarial da Previ, ou seja, o quanto a Entidade pagará para seus associados e seus beneficiários ao longo do tempo.

A nova Tábua de Mortalidade de Válidos adotada pela Previ, a BR-EMSsb-V.2015, projeta para os participantes da Entidade uma expectativa de vida média de 86,19 anos para homens e de 89,70 para as mulheres. Para os inválidos, passou a ser adotada a tábua CSO-58 Female. A longevidade entre os associados da Previ é bem maior do que a média brasileira, que é de cerca de 76 anos, característica que também é notada em outros fundos de pensão. O fato pode ser explicado pela maior qualidade de vida dos empregados de empresas que oferecem previdência complementar.

Plano 1

A revisão da Tábua de Mortalidade, quando representa uma longevidade maior dos participantes, acarreta um aumento do compromisso financeiro dos planos, porque significa que a Previ precisa ter mais dinheiro para pagar benefícios por mais tempo.

Para o Plano 1, um plano maduro, constituído na modalidade Benefício Definido, a alteração das tábuas de mortalidade representa um aumento de R$ 4,1 bilhões nos compromissos, registrados na Reserva Matemática (a Reserva Matemática é o valor que o Plano precisa ter hoje para atender aos compromissos futuros, levando em conta que ainda receberá contribuições e terá rentabilidade). Esse montante será integralmente suportado pelo patrimônio do Plano 1, em função dos ganhos de rentabilidade obtidos em 2018.

Previ Futuro

No Previ Futuro, os benefícios concedidos a partir de 1/1/2019 já vão considerar a nova tábua e terão, em média, um decréscimo de 1,34%. Nesse plano, de Contribuição Variável, o valor da renda mensal de aposentadoria depende do saldo da conta do participante e, dentre outros fatores, do período provável durante o qual a renda será paga pela Previ. Com o aumento da expectativa de vida, esse período será maior, o que interfere no cálculo do benefício, que será pago por mais tempo. Assim, considerando um mesmo saldo de conta, é preciso diminuir o valor da renda mensal para que a Previ garanta esse pagamento.

Para os associados do Previ Futuro, a construção do futuro começa hoje. O valor da aposentadoria dos participantes depende consideravelmente do volume de recursos acumulados durante a vida laboral. Por isso, é importante participar ativamente do processo de gestão do saldo de conta. Algumas das formas de se fazer isso são utilizando o Simulador de Renda, no Autoatendimento do site da Previ, ou o serviço Meu Benefício, no APP, em que é possível comparar até três cenários de planejamento de aposentadoria, definindo aquele mais adequado ao seu momento de vida e às expectativas de futuro.

Estudos constantes

Apesar da legislação exigir que os estudos de aderência das tábuas biométricas sejam realizados pelo menos a cada três anos, essas premissas são analisadas anualmente na Previ, observando os fundamentos da gestão baseada em riscos e as melhores práticas da gestão atuarial. A ideia é monitorar os riscos relativos aos compromissos da Entidade, para agir sempre de forma planejada. Além das tábuas biométricas, os estudos de aderência são realizados para todas as premissas utilizadas, como juros atuariais, crescimento salarial, composição familiar, entre outras. O cálculo é realizado buscando o equilíbrio, para não ser nem excessivamente conservador, nem excessivamente arriscado. O foco é o cumprimento da missão da Previ, de pagar benefícios a todos nós, associados, de forma eficiente, segura e sustentável.

Confiram a matéria publicada no jornal Valor Econômico desta sexta-feira, 25/1, sobre a troca da Tábua de Mortalidade da Previ.