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24/02/2014

Gestão ativa dos investimentos e colchão de segurança garantem tranquilidade aos participantes da PREVI

Enquanto setor de fundos de pensão sofre com déficits de dezenas de entidades, PREVI registra aumento do patrimônio e paga mais de R$ 9 bilhões em benefícios em 2013.

Basta uma rápida olhada nos principais indicadores da economia em 2013 para perceber que não foi um ano fácil: bolsa de valores em queda, inflação em alta, juros básicos em ascensão. Todos esses fatores, somados a outras questões conjunturais internas e externas, fizeram do último exercício um período extremamente desafiador, especialmente para os grandes investidores institucionais, como os fundos de pensão. Nesse contexto, os números provam que a PREVI mais uma vez foi bem, fruto da gestão ativa que pratica em seus investimentos e da solidez do seu patrimônio, que asseguram o pagamento dos benefícios de dezenas de milhares de aposentados e pensionistas.

Em um período no qual o número de entidades com déficit triplicou e o valor desse prejuízo aumentou em alguns bilhões de reais – conforme projeção da Abrapp com base em um estudo contratado junto a uma consultoria – é um bom resultado o aumento do patrimônio da PREVI em mais de R$ 3 bilhões e a manutenção do superávit do Plano 1, da ordem de R$ 24 bilhões. O patrimônio total da Entidade, somados os planos de benefícios, supera a casa dos R$ 170 bilhões.

“Se pudéssemos resumir o ano de 2013 para a PREVI em uma equação matemática, a sentença seria: solidez mais gestão ativa igual a qualidade de vida no presente e segurança no futuro”, sintetizou o presidente da PREVI, Dan Conrado, em alusão aos resultados conquistados não apenas em um ano difícil como 2013, mas também no horizonte de longo prazo, que é o principal foco das entidades de previdência complementar, em função dos seus compromissos de pagamento de aposentadorias e pensões com seus associados.

Gestão ativa dos investimentos

A PREVI pratica a gestão ativa de seus investimentos – com atenção ao panorama do mercado, trabalhando com cenários de longo prazo e procurando antecipar tendências. Isso garantiu que, mesmo em um ano difícil, a entidade conseguisse minimizar os impactos negativos e evitasse riscos, sempre tendo em vista a necessidade de manter ativos sólidos que garantam, sem sobressaltos, o pagamento dos benefícios aos participantes ao longo dos anos. Dessa forma, foi possível assegurar uma rentabilidade de 6,36% em renda variável do Plano 1, por exemplo, mesmo tendo o IBrX (índice de referência do segmento) performado negativamente em 3,13%, e o Ibovespa, principal índice da Bolsa, ter caído 15,50%.

Já o segmento de renda fixa sofreu fortes oscilações em 2013, consequência direta da elevação brusca da taxa básica de juros e inflação em alta. Esses fatores fizeram com que fosse o único segmento no qual as metas dos dois planos não tenham sido alcançadas. No Plano 1, a estratégia de alocação de cerca de dois terços da carteira em títulos marcados “na curva” reduziu as perdas, gerando uma rentabilidade de 8,07% ante uma meta de 11,37% para o segmento. No PREVI Futuro, dadas as características do plano, a carteira possui um percentual maior de títulos marcados a mercado, de 60%, o que resultou em um retorno de 5,52% no ano.

É verdade, no entanto, que o cenário ruim de 2013 teve efeitos diretos na continuidade do pagamento do BET, o Benefício Especial Temporário fruto da destinação do excedente do superávit verificado pelo Plano 1, em 2010. O benefício especial teve de ser interrompido no final do ano passado, assim como as contribuições de participantes do Plano e da patrocinadora, o Banco do Brasil, voltaram a ser cobradas. Mas é importante ressaltar que ambos os benefícios eram excepcionais, ou seja, não eram regulares e um dia iriam terminar. Os benefícios regulares dos mais de 70 mil aposentados e quase 20 mil pensionistas continuam – e continuarão – a ser pagos, por muitas décadas.

Imóveis permanecem crescendo e carteira supera R$ 9 bilhões

Nos últimos anos, a estratégia de investimento em imóveis da PREVI vem se mostrando assertiva e resultou em uma carteira que soma R$ 9,2 bilhões. Em 2013, o crescimento foi de cerca de R$ 800 milhões e a participação na carteira do Plano 1 já chega a 5,52% dos ativos. No PREVI Futuro, os investimentos alcançaram R$ 100 milhões, o que corresponde a 2,2% dos ativos do Plano. Tanto o Plano 1 quanto o PREVI Futuro performaram bem, com rentabilidades de 17,51% e 12,49%, respectivamente.

Investimentos estruturados apresentam as melhores rentabilidades em 2013

Pela primeira vez na série histórica, os investimentos estruturados, ativos investidos em FIPs (fundos de investimentos em participações) de private equity e venture capital, apresentaram as melhores rentabilidades entre todos os segmentos de macroalocação dos planos de benefícios da PREVI. No Plano 1, a rentabilidade foi de 20,60% contra meta de 14,82%, e no PREVI Futuro de 30,91% ante mesma meta. Esses resultados, somados ao aumento dos investimentos, fizeram as alocações nesse segmento crescerem significativamente: cerca de R$ 200 milhões ou 0,1% no Plano 1 e 0,51% ou R$ 32 milhões no PREVI Futuro, praticamente dobrando os investimentos no segmento desse plano, que detinha R$ 38 milhões no final de 2012.

Plano 1 bate recorde de pagamento de benefícios e PREVI Futuro, de adesões

O ano de 2013 marcou a superação de importantes marcas na área fim da PREVI, a seguridade, dos dois planos de benefícios. No Plano 1, foram pagos em aposentadorias, pensões e benefícios especiais como o BET, R$ 9,2 bilhões, valor recorde histórico em um exercício. Vale ressaltar que dois terços dos R$ 7,7 bilhões, correspondentes a benefícios regulares, teve como origem os dividendos e juros sobre capital de empresas participadas e receitas provenientes de alugueis de imóveis.

Já o PREVI Futuro, plano que completou 15 anos de existência em 2013, continua sua caminhada crescente nas adesões de funcionários do Banco do Brasil, quer sejam recém-contratados que se filiaram à PREVI em suas posses ou os que filiaram-se posteriormente. A adesão de novos funcionários atingiu 92,6% dos empossados em 2013. Já a taxa de filiação acumulada do plano alcançou o índice médio de 94% no ano passado, novo patamar recorde. Esses números demonstram, por um lado, a maior consciência dos novos funcionários do BB e, por outro, um trabalho eficaz de atração desses profissionais do Banco para os quadros de participantes da PREVI, trabalho realizado pela Entidade em parceria com a área de gestão de pessoas do BB.