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16/12/2019

Mais flexibilidade

Políticas de Investimentos são revisadas para o ciclo 2020-2026.

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Que caminho seguir? Na Previ essa questão é respondida nas Políticas de Investimentos dos planos, que são revisadas anualmente para um horizonte de sete anos. Em 2019, as Políticas do ciclo 2020-2026 foram atualizadas para preparar a Entidade para enfrentar o desafio da atual conjuntura econômica de juros baixos, proporcionando mais flexibilidade para investir.

“A busca por flexibilidade nas Políticas de Investimentos levou em consideração as estratégias que já vinham sendo desenvolvidas ao longo de 2019, assim como o Planejamento Estratégico da Previ, para trazer mais alternativas por meio de segmentos de investimento, carteiras e benchmarks, sempre baseados nos estudos de ALM (asset and liability management – sigla em inglês para a gestão de ativos e passivos)”, explica a diretora de Planejamento, Paula Goto.

“Neste cenário, vamos precisar ter bastante eficiência na gestão dos investimentos para fazer frente ao custo do passivo. A velocidade de desfazimento de renda variável será diminuída, mas sem deixar de lado a nossa estratégia de desconcentração da carteira”, complementa Marcus Moreira, diretor de Investimentos da Previ.

No Plano 1, a macroalocação anteriormente prevista era de 70% de renda fixa e 30% de renda variável para 2025. Agora, esse horizonte foi alterado para 50% de renda fixa e 50% de renda variável em 2026.

Os limites de alocação de investimento também mudam. A carteira de renda variável do Plano 1, que tinha um limite mínimo de 41,27% e máximo de 49,27%, agora tem um intervalo de 43,38% a 58,68%, enquanto a renda fixa passou de 40,83% a 48,83% em 2019 para 31,54% a 46,38% em 2020.

O conceito de desinvestimento líquido permanece, mas é expandido. Além de realocar parte dos recursos levantados em novas companhias com expectativa de valorização, também serão realizados investimentos em outros segmentos como os Fundos de Investimento Imobiliário (FIIs), Fundos Multimercado, Fundos de Investimento no Exterior e Certificados de Operações Estruturadas (COEs), além dos investimentos diretos em small caps.

Na renda fixa estão sendo buscadas alternativas não só em títulos públicos, mas também nos títulos privados, tanto com instituições financeiras, quanto não financeiras. O objetivo é desconcentrar a carteira de investimentos existente e diversificá-la cada vez mais.

No Previ Futuro, a alocação em renda variável foi mantida, com um intervalo de 0% a 60%. Nesse plano, que é de Contribuição Variável, os associados participam mais ativamente da gestão, já que podem decidir o quanto de risco querem correr ao escolher um dos perfis de investimento. Até agosto de 2019 eram quatro as opções disponíveis.

Perfis de Investimento

Desde setembro de 2019 os participantes têm três novas opções, os perfis Ciclo de Vida 2030, 2040 e 2050, que possuem como base o período previsto para aposentadoria. No Ciclo de Vida 2030, a previsão vai de 2026 a 2035; no Ciclo 2040, o período é de 2036 a 2045; e no Ciclo 2050, de 2046 em diante. Os outros quatro perfis existentes são: Conservador (0% em Renda Variável); Moderado (0% a 20%); Arrojado (20% a 40%); e Agressivo (40% a 60%) e se diferenciam pela exposição a ativos de riscos Dessa forma, os participantes possuem atualmente sete opções para definição de seu perfil de investimentos.

A gestão dos ativos no Previ Futuro caminha lado a lado com o trabalho de conscientização dos participantes em relação à educação financeira e previdenciária e à importância do acompanhamento de suas reservas pessoais. Por se tratar de um plano de Contribuição Variável em que o benefício é calculado com base na poupança previdenciária individual do participante, é preciso que ele fique sempre atento para garantir o melhor benefício possível mais à frente.

Documentos balizadores

São as Políticas de Investimentos que norteiam a gestão de investimento de longo prazo da Previ, otimizando a relação risco e retorno. Os documentos se adequam às particularidades de cada plano, levando em consideração o planejamento estratégico da entidade e os critérios ASGI – Ambientais, Sociais, de Governança Corporativa e de Integridade.

Esses critérios são detalhados em outro documento, a Política de Governança de Investimentos, que está em sua segunda versão e consolida as diretrizes que são observadas no processo de análise, assessoramento, monitoramento, controle e decisório sobre a aplicação dos recursos dos planos da Previ. O objetivo é investir com responsabilidade, promovendo um ambiente sustentável na condução de negócios, sempre com foco no cumprimento da missão da Previ, de “pagar benefício a todos nós, associados, de forma eficiente, segura e sustentável”.

Todos os planos da Previ têm suas próprias Políticas: Plano 1, Previ Futuro, Carteira de Pecúlios (Capec) e o Plano de Gestão Administrativa (PGA). Este ano também foi feita pela primeira vez a Política de Investimentos do Previ Família, o plano de previdência privada destinado aos associados da Previ e seus familiares, com previsão de lançamento no primeiro trimestre de 2020.