• Notícias e Publicações
  • Sala de Imprensa
  • Fale Conosco
  • Ouvidoria
  • Recadastramento
  • Previ in English

Sala de Imprensa

Releases

13/03/2015

Resultados 2014: mesmo em ano ruim, PREVI permanece forte

Plano 1 mantém superávit acumulado, com R$ 12,5 bilhões, e patrimônio do PREVI Futuro continua crescendo, alcançando R$ 5,7 bilhões.

O ano de 2014 foi marcado por um cenário complexo no ambiente macroeconômico mundial e brasileiro. No Brasil, a situação foi configurada pela taxa de juros (Selic) em alta, extrema volatilidade no mercado de capitais e baixo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), o que impactou o desempenho de todo o setor de previdência complementar, formado por grandes investidores institucionais. 
 
Porém, mesmo diante de tantas oscilações, a gestão ativa da PREVI minimizou os impactos negativos. A entidade encerrou o ano com ativos totais de cerca de R$ 168 bilhões e um superávit acumulado de R$ 12,5 bilhões, recursos além dos necessários para garantir a segurança, a perenidade e o cumprimento dos compromissos com os participantes.
 
 Gr_fico 1.jpg
Variação do patrimônio dos planos administrados pela PREVI: nos últimos três anos, a PREVI pagou mais de R$ 26 bilhões em benefícios e, ainda assim, o patrimônio manteve-se estável.
 
 
Patrimônio do Plano 1 registra marca de R$ 162,4 bilhões em 2014. Ativos do PREVI Futuro crescem mais de R$ 1,1 bilhão e atingem R$ 5,7 bilhões.
 
O Plano 1, mais antigo e fechado para novos participantes desde 1997, encerrou 2014 com 116.863 participantes e um patrimônio de R$ 162 bilhões, dos quais R$ 122 bilhões referentes à reserva matemática, prevista para a cobertura dos benefícios até o último participante. Apesar da rentabilidade do período, de 2,55%, ter ficado abaixo da meta atuarial de 11,54%, o Plano 1 conta com cerca de 10% de recursos a mais do que o necessário para o pagamento de benefícios atuais e futuros no decorrer do tempo. 
 
Gr_fico 2.jpg
 
 
Já o PREVI Futuro, em plena fase de arrecadação e crescimento exponencial dos ativos, atingiu em 2014 o patamar de R$ 5,7 bilhões, registrando uma rentabilidade de 7,64% no exercício, frente meta atuarial de 11,54%. Com uma taxa de filiação acumulada de 94,2%, o Plano conta hoje com mais de 82 mil participantes.
 
Gr_fico 3.jpg
 
 
Em 2014, a PREVI pagou R$ 8,4 bilhões em benefícios a mais de 90 mil aposentados e pensionistas do Plano 1 e do PREVI Futuro. É o maior pagamento de benefício regular da PREVI em toda a sua história.
 
Os grandes números reforçam que, mesmo diante da turbulência do cenário macroeconômico, a PREVI segue sólida e focada na sua missão de garantir o pagamento de benefícios aos associados de forma eficiente, segura e sustentável. A entidade mantém-se como maior pagadora de benefícios de previdência complementar do País. Em 2014, o desembolso em benefícios de responsabilidade da PREVI correspondeu a R$ 8,4 bilhões para 92.918 aposentados e pensionistas, sendo a maior parte relativa ao Plano 1, que tem verificado aumento gradual no volume de benefícios pagos devido à maturidade do Plano. Também aumentou o total de benefícios pagos aos associados do PREVI Futuro, já que os primeiros participantes começaram a adquirir o direito de se aposentar em 2013, quando o Plano completou seus 15 anos. 
 
A elevação das taxas de juros em 2014 tornou a aplicação em papéis públicos vantajosa. A PREVI foi bem-sucedida em várias operações de alongamento dos prazos de papéis de ativos estratégicos, que devem ficar na carteira de investimentos por um bom tempo. A rentabilidade da carteira de renda fixa do Plano 1 foi de 13,08% e do PREVI Futuro de 14,13%, acima do índice de referência definido na Política de Investimentos dos Planos 1 e PREVI Futuro, INPC + 5,5%, que fechou o ano em 12,07%.
 
Já no segmento de renda variável, o resultado do ano foi fortemente impactado pelas oscilações das ações negociadas na BM&FBovespa. O Ibovespa, que é o principal indicador da variação das ações, fechou 2014 negativo em 2,91%. Além disso, a instabilidade do mercado de capitais puxou para baixo a cotação dos papéis de ativos estratégicos, como mineração e energia. A PREVI, que tem posições consideráveis em ações de companhias cujas cotações na BMF&Bovespa sofreram grande depreciação, foi diretamente afetada. Porém, essas variações foram minimizadas pelo ótimo desempenho de outras empresas menos impactadas por essa conjuntura.
 
As carteiras de renda variável do Plano 1 e do PREVI Futuro fecharam o ano com rentabilidades de -4,43% e -2,63%, respectivamente, frente ao desempenho de -2,78% do índice de referência IBrX, que mede o retorno total de uma carteira teórica composta por 100 ações selecionadas entre as mais negociadas na BM&FBovespa. 
 
É importante frisar que, na visão de longo prazo, que deve pautar a atuação dos fundos de pensão, a estratégia de investimentos com maior exposição em renda variável tem se mostrado acertada. Na última década, a rentabilidade acumulada pelo Plano 1 ficou 102,68% acima do Ibovespa, sendo a responsável pelos sucessivos superávits gerados e revertidos em benefícios especiais aos participantes. 
 
Gr_fico 4.jpg

 

A rentabilidade do Plano 1 nos últimos 10 anos (2005 a 2014) foi de 286,92%, muito superior à meta atuarial de 188,31%, no período

Alguns dos destaques do segmento em 2014 foram as valorizações das ações de empresas como a BRF e o Banco Itaú, além do desinvestimento nas ações da Usiminas, no qual a PREVI aproveitou uma boa oportunidade de negócio, conseguindo um preço bastante favorável. O valor da transação, de R$ 616,7 milhões pela participação de 5,07% no capital total da Companhia, gerou para o Plano 1 um ganho de 82% sobre o valor das ações da empresa negociadas em Bolsa.
 
Vale reforçar que as aplicações da PREVI em renda variável priorizam investimentos em empresas listadas nos níveis de governança da BM&FBovespa e que adotam as práticas defendidas no Código PREVI de Melhores Práticas de Governança Corporativa, no que diz respeito a transparência, direitos dos acionistas, tratamento equânime, ética, entre outros temas. Ainda merecem prioridade as companhias empenhadas em praticar os princípios básicos de responsabilidade social, ambiental e ética, em consonância com os Princípios para o Investimento Responsável (PRI). Além disso, a PREVI, como investidora, acompanha atentamente a gestão e os processos das empresas nas quais investe, assumindo postura cuidadosa, crítica e firme, cobrando esclarecimentos, medidas e resultados dos gestores para garantir o sucesso dos investimentos.
 
Um dos focos das políticas de investimentos dos planos de benefícios da PREVI, a carteira imobiliária registrou uma rentabilidade menos robusta em 2014 que em anos anteriores, mas mesmo assim significativa, sendo 13,75% no Plano 1 e 8,60% no PREVI Futuro.
 
A PREVI tem conforto para garantir que nenhuma decisão de aplicação ou de desinvestimento seja tomada em caráter emergencial, sem garantir o retorno adequado
 
Em 2014, a metodologia de definição das políticas de investimento foi aprimorada, baseada em um tripé fundamental de prioridades que todo plano de previdência precisa observar – rentabilidade, nível de risco e liquidez –, e considerando as particularidades de cada plano de benefícios: Plano 1 privilegiando liquidez e PREVI Futuro a maximização dos retornos para acelerar o processo de acumulação de patrimônio.
 
Ainda que a maturidade do Plano 1 exija cada vez mais liquidez para o desembolso progressivo de pagamento de benefícios, a PREVI tem conforto para garantir que nenhuma decisão de aplicação ou de desinvestimento seja tomada em caráter emergencial, sem observar retorno. 
 
Para reforçar as condições adequadas ao pagamento pontual dos benefícios dos aposentados do Plano 1, uma série de medidas foram aprimoradas e previstas na política de investimento. Por exemplo, a aplicação de novas fórmulas de construção de cenários e a utilização da ferramenta de cálculo que cruza o nível de risco com a rentabilidade estimada. Além disso, foi revisto o “caixa mínimo” com um valor equivalente a seis meses de benefícios devidos, que passaram a ser alocados em ativos com altíssima liquidez. Isso possibilita – em caso de contingência – ainda mais segurança e tranquilidade para os participantes. 
 
Gr_fico 5.jpg