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08/08/2018

Uma construção sólida

Governança da Previ fortalece a entidade e possibilita que problemas conjunturais sejam enfrentados com lucidez e resiliência

 

Ao construirmos uma casa, sabemos que fundação e pilares sólidos são essenciais para levantar paredes firmes, que garantam a estabilidade da edificação e a protejam contra as intempéries. Com a Previ, não é muito diferente. A governança é o eixo central da credibilidade da entidade, com um modelo que é reconhecidamente um dos mais modernos do segmento de previdência complementar.

O protagonismo da Previ se demonstra por meio de normas, processos e controles internos da entidade que, não raro, ultrapassam os requisitos da legislação e as exigências feitas pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar, a Previc. É uma estrutura perene, que não muda a cada administração. Como disse o presidente José Maurício Pereira Coelho na carta endereçada aos associados, publicada em julho deste ano, “Gestão após gestão, em tempos de bonança e de tempestade, a governança da Previ permanece. Esse é o principal ingrediente, o que torna o maior fundo de pensão da América Latina uma referência”.

Com mais de um século de história, a Previ sabe que os dias de tempestade acontecem. Mas está sempre preparada para enfrentá-los. Mesmo em momentos de conjuntura político-econômica desafiadora, a Previ nunca deixou de pagar benefícios, nem precisou cobrar contribuições extraordinárias de seus associados. No mês de julho de 2018 a Previ teve um resultado positivo de aproximadamente R$ 2,7 bilhões, diminuindo consideravelmente o déficit da entidade, que em junho era de R$ 11,9 bilhões. Os ativos da Previ são sólidos, fortes e resilientes, compostos por empresas da economia real, de setores produtivos e que investem vultosos recursos em seus negócios. Esses investimentos, realizados com critérios rigorosos, rentabilizam ao menor sinal de recuperação da economia.

Mas como essa governança é construída? O principal direcionador é a missão da Previ, que reforça o conceito de construir juntos, parte fundamental da razão de ser da entidade: “Garantir o pagamento de benefícios a todos nós, associados, de forma eficiente, segura e sustentável”. É a missão que serve como norte dos dois documentos balizadores da gestão da Previ: o Plano Estratégico e Tático e as Políticas de Investimentos. É a aplicação diligente desses instrumentos, construídos com um horizonte de médio prazo (cinco e sete anos, respectivamente) e revisados anualmente, que pavimentam o caminho da Previ. O Plano Estratégico especifica os objetivos da entidade, assim como o caminho que será trilhado para executá-los. As Políticas de Investimentos norteiam a gestão dos ativos de cada plano de benefícios e monitoram não só as possíveis dificuldades que serão enfrentadas, mas também novas oportunidades.

Além dessa base, também existem os quatro pilares da Governança Corporativa da Previ, que fortalecem a entidade e possibilitam que problemas conjunturais sejam enfrentados com lucidez e resiliência: o Estatuto, que especifica que todos os membros da administração sejam associados da Previ há mais de 10 anos, o que resulta em uma gestão altamente comprometida; o Modelo de Paridade, em que Diretoria Executiva, Conselhos Deliberativo, Fiscal e Consultivos têm metade de seus integrantes eleitos pelos associados, e a outra metade indicados pelo Banco do Brasil entre seus funcionários da ativa; a Estrutura Segregada, em que a administração tem separação de funções; e o Corpo Técnico, formado completamente por associados com expertise no mercado financeiro, que cuida da aposentadoria de 200 mil participantes e do próprio futuro.

As melhores práticas em Governança Corporativa não são incentivadas apenas internamente, mas também nas empresas em que a entidade tem participação e no mercado como um todo. Como investidora institucional, a Previ tem consciência do seu papel no desenvolvimento econômico e social do Brasil e da sua relevância no aperfeiçoamento das boas práticas de governança das companhias brasileiras.

Essas boas práticas estão intrínsecas na cultura da Previ, fazem parte do cotidiano dos funcionários e da administração da entidade. Exercer a governança vai muito além de simplesmente obedecer regras. É preciso sempre estar um passo à frente, com uma visão apurada de longo prazo, que gera segurança para os associados mesmo nos momentos mais turbulentos da conjuntura político-econômica. Citando novamente a carta do presidente José Maurício para os associados, “Não podemos prever o futuro, mas podemos criá-lo”. É exatamente o que a Previ faz com excelência desde a sua fundação, há mais de 114 anos.