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06/02/2015

Aposentadoria: mulheres se preocupam com planejamento

Levantamento internacional mostra o que elas pensam em relação a essa etapa da vida

Recentemente, o site da Previ mostrou que homens e mulheres veem a aposentadoria de formas bastante distintas. Agora, uma pesquisa realizada internacionalmente pela seguradora Aegon mostra o perfil feminino em relação à aposentadoria. O levantamento “A Nova Cara da Aposentadoria – Mulheres: equilibrando família, carreira e segurança financeira” entrevistou 16 mil mulheres em 15 países, incluindo o Brasil, onde mil foram entrevistadas e trouxe uma ótima notícia: as mulheres de todo o mundo estão se preocupando com o planejamento para a aposentadoria.

Com os dados colhidos no levantamento, a Aegon criou o Índice de Preparo para a Aposentadoria, que avalia os hábitos de poupança e planejamento das mulheres para esse momento da vida. As brasileiras conseguiram o segundo lugar, com nota 6,5, atrás apenas das mulheres entrevistadas na Índia (6,9). A escala vai de 0 a 10.


Quando aposentar?

A pesquisa revelou que as brasileiras planejam se aposentar aos 58 anos, antes da média das mulheres do mundo (62 anos). Segundo o levantamento, as expectativas sobre a aposentadoria variam de acordo com cada país. Na média, chinesas e turcas planejam se aposentar ainda mais cedo que as brasileiras (aos 53 e 55 anos, respectivamente). Entretanto, as norte-americanas pretendem seguir ativas na carreira até os 66 anos, enquanto as japonesas planejam a aposentadoria aos 61.

As diferenças não param por aí: quando indagadas sobre a renda líquida depois da aposentadoria, as brasileiras, em média, esperam ter 77% da renda total que ganham na ativa. Na Polônia, esse índice sobe para 81%, e na Hungria 86%. Em países mais ricos, porém, essa taxa é menor: nos Estados Unidos a expectativa é de 67%, no Canadá, 66%. Nesse quesito, os países em que a expectativa é menor são Turquia (59%) e China (60%), justamente aqueles onde as mulheres planejam se aposentar mais cedo.


Dependência

Ao apresentar os dados, a Aegon destacou a importância da independência da mulher em relação ao cônjuge na hora de planejar a aposentadoria. Mas, segundo a pesquisa, mais da metade delas (54%) acreditam que vão ser dependentes da renda do companheiro. Apenas 12% não contam com a renda dos cônjuges como renda principal no momento da aposentadoria.

Sentimentos positivos

Num ranking elaborado em relação ao otimismo para a aposentadoria, as brasileiras ficaram com a nona posição. Mais uma conclusão positiva do levantamento é em relação às expectativas das mulheres em relação à aposentadoria: 45% delas relacionam aposentadoria a lazer. Liberdade é o sentimento para 39% delas. Sentimentos negativos, como insegurança (24%) e pobreza (18%), tiveram percentuais menores.
 

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