Sala do Participante

Allan Ferreira

09/01/2019

Allan Ferreira

Nascido em Osasco (SP), Allan logo pequeno se mudou para Fortaleza, onde viveu por 30 anos. Em 2005, ele tomou posse no Banco do Brasil no município de Guaiuba, no interior do Ceará. Durante 12 anos, o escritor passou por agências, pela Superintendência do Ceará e pela Gepes Fortaleza. Em 2017, ele iniciou a trajetória na Diretoria de Governo, em Brasília, onde está atualmente.  

Como surgiu a literatura em sua vida?

Na infância eu já gostava de escrever pequenas histórias. Tenho inclusive lembranças de, por volta dos 10 anos de idade, haver escrito um pequeno livro de aventuras. Na adolescência descobri a poesia e continuei escrevendo bastante. Minha motivação para publicar algum livro, porém, só veio em 2015. A partir de então comecei a me dedicar diariamente à literatura, preparando romances e livros de poesia para serem lançados.

Em que você se inspira? Você se espelha em outros autores?

A literatura esteve sempre bastante presente em minha vida não apenas pela escrita, mas também no gosto pela leitura. Dentre os meus escritores preferidos estão Jorge Amado, Amos Oz, Nietzsche, Ernest Hemingway, Milan Kundera, Chico Buarque, Pablo Neruda e Mário Quintana. Creio que, de alguma maneira, minha literatura é influenciada por eles.

Ao escrever, quais assuntos e temas mais despertam seu interesse?

Gosto dos temas cotidianos, das paixões, das religiões, dos fatos históricos e de como o ser humano se relaciona com tudo isso. Gosto também de explorar a empatia, o processo de se colocar no lugar do outro, de explorar os tão diversos pontos de vista que existem sobre cada fato.

Que obras já lançou e sobre que temas se referem?

Tenho alguns livros escritos, mas somente agora estou publicando um deles (os outros estão na fila). Chama-se "Toda a terra que carrego nas veias" e se trata de um romance histórico cearense. É uma narrativa sobre três destinos que compartilham a terra seca do sertão cearense. Inicialmente ambientado em uma localidade imprecisa chamada Rosa de Pedra, conta a história do órfão João do Benjamim, de seu melancólico filho Pedro e de sua neta Laura, uma mulher com seus próprios conflitos.

Qual a importância do trabalho criativo em sua vida? O que você busca com suas obras?

Imprescindível. Escrever é parte fundamental de minha vida. Não consigo me ver vivendo sem exercer essa atividade. O que busco? Primeiramente o enorme prazer pessoal que obtenho da simples atividade de escrever, de criar histórias, versos e sonhos. Em segundo lugar me diverte evidenciar aos leitores, por meio de histórias comuns, o que costuma passar despercebido a seus olhos.

Recomenda a outros colegas que se dediquem a esse tipo de atividade?

Recomendo que todos encontrem e se dediquem às atividades que lhes deem sentido à vida. Se for a literatura, que o seja!

Gostaria de destacar mais alguma informação?

O romance "Toda a terra que carrego nas veias" terá o segundo lançamento na AABB em Fortaleza, no dia 09/02/2019, ao meio-dia.

Como ter acesso a suas obras?

O romance "Toda a terra que carrego nas veias" está disponível na Amazon.com e na Amazon.com.br