Sala do Participante

Cezar Augusto Batista

05/09/2019

Cezar Augusto Batista

Fale resumidamente sobre você: onde nasceu, onde vive, sua carreira no Banco do Brasil, se é aposentado ou ainda trabalha e outros fatos que deseja destacar.

Sou natural de Maringá (PR), me mudei ainda criança para Ribeirão Preto (SP), onde moro até hoje. Estou aposentado desde 2004 pelo Banco, depois de quase 30 anos de trabalho.

Como surgiu a literatura em sua vida?

Desde jovem, eu gostava de ler e escrever, porém foi na aposentadoria que tive tempo de me dedicar à escrita de forma regular.

Ao escrever, quais assuntos e temas mais despertam seu interesse? Por quê?

Gosto de escrever sobre assuntos do cotidiano, sejam eles pessoais, de relacionamento humano ou políticos. Tenho praticamente pronto um livro com reflexões sobre o período em que sofri de depressão. Acho que ele poderá auxiliar as pessoas que enfrentam o mesmo problema. Estou escrevendo também textos filosóficos, abordando as virtudes do ser humano. Sinto que essa vontade de passar para o papel sentimentos e acontecimentos nasceu comigo. Escrever é uma espécie de desabafo. Sinto prazer porque estou criando algo e me distraio.

Que obras já lançou e sobre que temas se referem?

Em 2005, lancei o livro Como (não) administrar - Lições extraídas do cotidiano de um grande Banco no Brasil, que reúne relatos sobre alguns casos que aconteceram comigo e sobre outros ocorridos com companheiros de trabalho. Em 2006, lancei Crônicas... De todos nós. Trata-se de uma pequena coletânea de crônicas redigidas entre 2000 e 2005 sobre diversos assuntos, pessoais, familiares, esportivos, sociopolíticos, semi-eróticos e religiosos. Em 2013 lancei Vamos Gozar... a Vida? - Narrativas de humor, onde falo sobre acontecimentos cotidianos, de forma descontraída e bem-humorada. E Histórias de Arquibaldo que conto de uma forma bem-humorada, histórias que são “causos” do cotidiano, inspirados em personagens reais e fictícios, fazendo uma homenagem bem-humorada à cidade de Ribeirão Preto. Lancei nos anos seguintes Sangue e Sedução e De tudo um pouco.

Qual a importância do trabalho criativo em sua vida? O que você busca com suas obras?

Estou despendendo tempo com algo agradável e útil e mantendo meu cérebro em atividade. Tenho aprendido muito. Faço muitas consultas quando estou escrevendo e, no processo de edição, descubro um mundo sobre o qual não tinha o menor conhecimento. Além disso, sou obrigado a me envolver desde a edição até a distribuição e a divulgação. Após escrever e publicar os textos, minha autoestima aumenta. Pretendo continuar escrevendo sempre que sentir vontade ou necessidade, e publicar os meus trabalhos quando for possível.

Recomenda a outros colegas que se dediquem a esse tipo de atividade? Por quê?

Se a pessoa se propuser a escrever e tiver inspiração, é possível fazê-lo. Há muitos colegas que mesmo em atividade bancária conseguem elaborar seus textos: poesias, crônicas e até romances. A melhor forma para se conseguir esse intento é disciplinar o tempo e abdicar de algumas atividades, elegendo a literatura como primordial e deixando a inspiração fluir. A pessoa deve anotar a ideia ou pensamento sobre o qual quer trabalhar para desenvolvê-lo quando tiver tempo hábil e disposição para isso.

Como ter acesso a suas obras?

Os meus livros podem ser adquiridos diretamente comigo pelo e-mail saintgermain246@hotmail.com.