Sala do Participante

Ciduca Barros

08/11/2019

Ciduca Barros

Fale resumidamente sobre você: onde nasceu, onde vive, sua carreira no Banco do Brasil, se é aposentado ou ainda trabalha e outros fatos que deseja destacar.

Me chamo Francisco de Assis (Ciduca) Barros e ingressei no quadro funcional do Banco do Brasil em 20 de julho de 1961, na agência de Currais Novos (RN). Trabalhei na Instituição, ininterruptamente, até 2 de setembro de 1991, quando me aposentei. Foram 30 anos, 1 mês e 13 dias na empresa, onde exerci as comissões de investigador de cadastro, ajudante de serviço, chefe de serviço, supervisor de Cesec, chefe de supervisores de Cesec, gerente-adjunto e gerente geral.

Ao escrever, quais assuntos e temas mais despertam seu interesse? Por quê?

Gosto de registrar acontecimentos, fatos, casos, causos, ocorrências engraçadas com clientes e funcionários, dentro e fora das dependências da instituição a que todos nós tivemos a honra de servir.

Que obras já lançou e sobre que temas se referem?

Comecei em 2008 com Os Super-Heróis – Lutando Contra um Vilão Devastador, e depois publiquei Nosso Banco Alegre e Útil (2009); Cinquenta Conto$ do Nosso Banco Alegre e Útil (2010); Trapalhadas Bancárias (2011); Minha Gente Engraçada do Seridó (2012); Seridó – Uma Nação Divertida (2013); Comédias Bancárias (2014) e Os Peregrinos de Santana e Outras Histórias (2016).

Qual a importância do trabalho criativo em sua vida? O que você busca com suas obras?

Gosto de contar histórias engraçadas. Como se o que acontecesse de divertido no Banco fosse uma pequena amostra dos incontáveis causos que ocorreram por este imenso país.

Como ter acesso a suas obras?

O livro poderá ser remetido para qualquer parte do país, com os pedidos efetuados pelo e-mail ciducabarros@hotmail.com.