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Sala do Participante

Artes

17/11/2017

Orlando Luiz Azevedo

Orlando Luiz Azevedo nasceu em Irati no Paraná, onde vive até hoje. O aposentado é voluntário BB desde 2010 e já participou de cinco projetos realizados pelo Banco do Brasil. Atualmente, participa do projeto ‘’Acolhimento Solidário – Cidade da Criança’’ implementado com recursos da Fundação Banco do Brasil e que tem como objetivo amparar crianças e adolescentes, oriundas de famílias carentes.

Por que você resolveu fazer/apoiar esse projeto?
A motivação para o trabalho voluntário surgiu com a ideia de aproveitar a experiência acumulada durante a minha carreira para tentar proporcionar um futuro melhor para crianças e adolescentes carentes, elaborando projetos, conseguindo recursos e perseguindo resultados. O trabalho voluntário nos projetos “Guarda Mirim” e “Cidade da Criança” teve seu reconhecimento no Prêmio Top Off Mind de 2017 da ACIAI de Irati.

Qual a importância desse projeto para você?
A importância de um dever social cumprido. O projeto “Acolhimento Solidário – Cidade da Criança”, implementado com recursos da Fundação Banco do Brasil tem como objetivo amparar 120 crianças e adolescentes, oriundas de famílias fragilizadas socialmente, expostas a exploração sexual, emocional, negligências e maus tratos, além de proporcionar condições de aumento da renda familiar, através de capacitação das mães das crianças assistidas.

Qual a importância desse projeto para as pessoas beneficiadas?
Com as ações desenvolvidas no contra turno escolar, buscamos afastar as crianças dos riscos a que estão expostas: drogas, violência, gravidez na adolescência, evasão escolar, oferecendo alternativas de um futuro melhor, com motivação para o estudo e qualificação para obter o primeiro emprego. Para as mães das crianças assistidas, a capacitação em cursos ministrados pelo SENAC, trouxe um significativo aumento da renda familiar e elevação da autoestima.

Resumidamente, como funciona o projeto?
O contra turno abriga 120 crianças e adolescentes que recebem três refeições diárias, reforço escolar, desenvolvimento atlético corporal, socialização, controle de saúde e orientação sobre meio-ambiente e cidadania. A capacitação das mães (25) proporcionou um empreendimento na área de panificação, com venda regular no comércio local. O treinamento em manicure trouxe a profissionalização necessária para 20 mulheres do bairro, habilitando-as à prestação de serviços, por conta própria ou em salões de beleza.

É possível a participação voluntária de outras pessoas no projeto? Como isso pode ser feito?
A ajuda voluntária é sempre bem-vinda. Contamos com a participação de estagiários e professores da Universidade Unicentro para o reforço escolar e voluntárias no subprojeto de artes e recreação. Entretanto, temos vários segmentos do projeto que poderiam ser ampliados se pudéssemos contar com mais pessoas de boa vontade. A adesão pode ser feita diretamente na Cidade da Criança pelos telefones (42) 3422-1527 e (41) 99686-1351.

O que mais você gostaria de destacar?
O projeto se desenvolve na Cidade da Criança como uma incubadora. O passo seguinte é a transformação em uma cooperativa de trabalho que já está sendo constituída, cujos integrantes serão as mães que desenvolvem hoje os trabalhos de panificação. A sede e equipamentos deverão ser fornecidos pela Prefeitura Municipal, que é parceira do projeto. Desta forma a equipe terá uma inserção definitiva no mercado de trabalho, alcançando dignidade, autoestima e melhoria da renda familiar.

Como ter acesso a informações, produtos, acervos etc. referentes ao projeto?
Demais informações podem ser solicitadas por e-mail: orlandoazevedo@terra.com.br