Sala do Participante

José de Souza Cardozo

10/07/2018

José de Souza Cardozo

O participante dessa semana mora em Juiz de Fora, MG, mas nasceu na cidade de Pocrane, que fica a 479km de distância da cidade onde reside atualmente. José de Souza Cardozo é aposentado e trabalhou no BB durante 30 anos. “Cumpri integralmente meu contrato de trabalho e me aposentei saudável, sem nenhum problema de saúde ou financeiro”, afirma o escritor.

Como surgiu a literatura em sua vida?

Fui criado na fazenda de meu pai até os 19 anos. Com a decisão de procurar novos rumos na cidade, me vi numa brutal situação de me atualizar gramaticalmente para atender aos novos desafios. Daí, começou o gosto pela literatura.

Em que você se inspira? Você se espelha em outros autores?
Tenho dificuldade de encontrar livros específicos, voltados para questões relacionadas a adaptação ao meio onde as pessoas vivem. Autoconhecimento é uma matéria que vem sendo estudada desde SÓCRATES, filósofo grego do século quarto a.C. Sobre outros autores, me inspiro esteticamente, mas com relação aos conteúdos, não. 

Ao escrever, quais assuntos e temas mais despertam seu interesse? Por quê?
Na verdade, sempre fui movido a desafio. O que projetei e fiz foi construir um projeto de aprimoramento pessoal que pode auxiliar as pessoas a alçar a cidadania plena. Bom para o trabalhador e melhor para a empresa que passa a ter um funcionário antenado e com a cabeça no lugar, mais apto a exercer suas funções.

Que obras já lançou e sobre que temas se referem?
Apenas este livro de AUTOCONHECIMENTO, que, na realidade, é um audacioso projeto de vida. Uma mistura de cultura geral especificada e cultura indiana, muito apropriada a quem quer construir para si um mundo melhor para todos.

Está trabalhando em alguma nova obra? Tem alguma previsão de lançamento?
No momento não.

Qual a importância do trabalho criativo em sua vida? O que você busca com suas obras?
Sempre colaborei com o meio em que vivo, desde os tempos em que trabalhava com meu pai na fazenda. Isso é instintivo na minha índole. Desta vez... um projeto construtivo para barrar ou impedir que pessoas, principalmente, os colegas do banco, sofram com depressão, angústia, medo ou ansiedade. Todo problema tem solução

Recomenda a outros colegas que se dediquem a esse tipo de atividade? Por quê?
Olha, isso é coisa de cada pessoa. Não é tarefa fácil produzir e passar pelo crivo da crítica, além dos custos (de natureza) físico, mental, familiar e financeiro. Mas se houver inspiração e objetivo, vale a pena sim.

Gostaria de destacar mais alguma informação?
Sim. Entrei no BB em 1962. Saí em 1992. Cumpri integralmente meu contrato de trabalho (30 anos) e me aposentei saudável, sem nenhum problema de saúde ou financeiro. Sou da época das apostilas do Júlio Cunha. Uma pessoa desprendida que ajudou muitos colegas a entrar para o BB, inclusive eu.

Como ter acesso a suas obras?
Está no site: www.edita.com.br

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