Sala do Participante

Marcelo Sant'Ana Lemos

05/01/2018

Marcelo Sant'Ana Lemos

Marcelo Sant’Ana Lemos nasceu na cidade do Rio de Janeiro onde reside até hoje. O participante é autor das obras "Dicionário das Ruas do Grajaú" e "O índio virou pó de café. A resistência indígena frente a expansão cafeeira no Vale do Paraíba".  Em seus livros, Marcelo conta a história da cidade do Rio de Janeiro, dos seus bairros e dos povos indígenas fluminenses. Saiba mais sobre o trabalho do escrito:

Como surgiu a literatura em sua vida?
Paralelo a minha vida de bancário eu também exercia o magistério, além de pesquisar sobre a história de nossa cidade e do nosso estado. Ao longo dos anos levei diversas turmas de diferentes colégios para conhecerem locais históricos da cidade. Com os colegas do BB, por ocasião dos 200 anos do Banco, fiz um passeio chamado o Rio de D. João IV, onde colegas do antigo Cesec, no prédio do CARJ e outros, participaram.

Em que você se inspira? Você se espelha em outros autores?
Em historiadores, viajantes e memorialistas que falam sobre o território do Rio de Janeiro.

Ao escrever, quais assuntos e temas mais despertam seu interesse? Por quê?
A história da cidade do Rio de Janeiro, dos seus bairros, a história dos povos indígenas fluminenses que tem sido objeto de minha dedicação nos últimos 18 anos.

Que obras já lançou e sobre que temas se referem?
Duas obras diferentes:  1° - "Dicionário das Ruas do Grajaú"(2004), edição do autor - que fala um pouco da história desse bairro e também comenta sobre o nome de cada rua; 2° - "O índio virou pó de café. A resistência indígena frente a expansão cafeeira no Vale do Paraíba"(2016), pela Paco Editorial. A minha dissertação de mestrado transformou-se neste livro que trata dos povos indígenas que viviam na região de Valença (RJ) e foram duramente atingidos pela expansão do café no século XIX.

Está trabalhando em alguma nova obra? Tem alguma previsão de lançamento?
Sim. Sobre viajantes que contactaram os povos indígenas do Vale do Paraíba, no século XIX. Ainda não.

Qual a importância do trabalho criativo em sua vida? O que você busca com suas obras?
No caso, difundir informações e interpretações novas sobre a história do nosso país, do nosso estado e da cidade do Rio de Janeiro.

Recomenda a outros colegas que se dediquem a esse tipo de atividade? Por quê?
Sim, porque ela faz bem.

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