Sala do Participante

Moacyr Medeiros Alves

21/11/2014

Moacyr Medeiros Alves

 

Aos 78 anos, o participante Previ Moacyr Medeiros Alves, o Moa, como prefere ser chamado, mantém uma rotina de atividades bastante diversificada. Ele tem como hobby a fotografia, e registra imagens cotidianas em Santos, cidade onde vive, no litoral paulista. Mas é a literatura a principal atividade que desempenha. Além de ler muito, ele também escreve, e já tem quatro livros publicados.

“Editei os quatro livros por conta própria. Dois são de prosas, um de versos e um de frases. Escrever é uma coisa que quem gosta de ler, como eu sempre gostei, acaba fazendo. É normal que surja a vontade de escrever alguma coisa. Eu já faço isso há muito tempo, mas só comecei a publicar em 2007”, conta.

O primeiro livro publicado foi “Dito Bé e Outras Histórias”, que, como o autor diz, reúne causos, contos, crônicas, fábulas e “demais abobrinhas do gênero”. Em 2009 veio “Frases que a Vida Ditou”. O terceiro livro, de 2012, foi “SOS – Para o Mundo que eu Quero Descer”. Por fim, “Minha História Vulgar”, de 2013.

“É difícil encontrar uma editora que assuma a responsabilidade de publicar uma obra, por isso decidi fazer isso por conta própria. Tenho material para publicar mais um livro, mas não penso nisso agora. Antigamente escrevia num caderno, passei para o computador. Algumas coisas são bem antigas, escritas há bastante tempo, e recentemente eu revisei”, explica.

Nascido em Agudos (SP), Moa se mudou ainda muito jovem para a capital paulista. Passou a infância em habitações coletivas, os chamados cortiços. Começou a carreira profissional como office boy de uma empresa internacional do ramo eletrônico. Trabalhava durante o dia e estudava durante a noite, e assim conseguiu concluir o curso técnico em contabilidade.

Chegou em 1959 ao Banco do Brasil, onde trabalhou por 23 anos. No Banco, esteve na agência Mooca, em São Paulo, e também em Itararé, no interior paulista. “No próprio Banco, como tinha facilidade para escrever, trabalhei com a correspondência da agência, escrevendo cartas”, recorda.

Quais as temáticas sobre as quais escreve?
Eu gosto de escrever contos e outros textos mais reduzidos. Em geral sou um pouco ácido, publico minhas críticas e apontamentos nos textos. Na verdade é um pouco difícil falar sobre o que a gente escreve.

Desde quando gosta de ler e escrever?
Desde o começo da infância, desde moleque. Na infância lia muitos gibis de heróis, como o Super Homem. Naquele tempo não havia televisão e uma das minhas distrações era a leitura. Foi lá que começou.

Para entrar em contato com Moacyr Alves o e-mail é  moamedalves@gmail.com.