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Roberto Maciel

28/02/2013

Roberto Maciel

Desde a aposentadoria, o participante Roberto Maciel tem mais tempo para dedicar à fotografia

 

 

Carioca apaixonado por sua cidade natal, o participante Roberto Silva Maciel revela detalhes de pessoas e da natureza através das lentes de sua câmera. Sempre que sai de casa carrega a câmera a tiracolo, pronta para registrar novos ângulos da cidade

Atualmente, Roberto se dedica a uma microempresa que abriu logo depois que se aposentou, em 2001. Entretanto, pretende, em breve, focar suas atividades apenas nos trabalhos fotográficos. "A fotografia por enquanto é hobby, mas já realizei diversos trabalhos profissionais. Tenho um estúdio no Centro do Rio e, de vez em quando, faço trabalhos, que me encomendam, lá", conta.

No BB

Economista formado pela Faculdade Cândido Mendes, na cidade do Rio de Janeiro, Roberto tomou posse no Banco do Brasil (BB) na Agência Catete. Após sete anos, foi transferido para a Gerof (setor de operações financeiras), onde ocupou diversos cargos comissionados e permaneceu até se aposentar.

Desde a juventude

O interesse pelas lentes surgiu ainda na juventude. "Montei com um amigo um estúdio que tinha um laboratório completo para fotos em preto e branco", recorda. Desde então, fez cursos e muitos testes com fotos no estúdio. "Depois que entrei para o Banco e com família crescendo, tive que me afastar da fotografia. Agora, depois que me aposentei, tive a oportunidade de montar um outro estúdio, adquirir equipamentos modernos e voltar para a fotografia", complementa.

Para Roberto Maciel, a estrada a percorrer ainda é longa. "Passo horas no computador analisando as fotos, selecionando-as e fazendo alguns retoques com os recursos que existem hoje em dia. Sou muito crítico da minha fotografia e acho que ainda tenho muita estrada pela frente", conclui.

Já participou de exposições e premiações?

Montei duas exposições no Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Na ocasião fui contratado para trabalhar com fotografias na Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico do RJ. E aí surgiu uma oportunidade para produzir uma exposição sobre Debret e outra sobre a História da Caricatura no Brasil. A primeira era uma reprodução que fiz das gravuras de Debret e a segunda, que também trabalhei com reprodução fotográfica, foi bem interessante, pois os originais eram muito ruins e eu tinha que transformá-los em fotos de boa qualidade. Além disso, fiz uma exposição particular, sobre as minhas próprias fotos, num espaço cultural aqui do Rio.

Seu trabalho é inspirado em outros fotógrafos? Quais?

Não sei se inspirado em outros fotógrafos. Mas tenho os meus prediletos como Augusto Malta. Acho fantástico o acervo fotográfico que ele construiu ao longo de sua carreira aqui no Rio de Janeiro.

Para conhecer mais do trabalho de Roberto Maciel, entre em contato por e-mail: roberto@audioefono.com.br .

 

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