Sala do Participante

Paulo Cesar Pires

19/06/2019

Paulo Cesar Pires

Fale resumidamente sobre você: onde nasceu, onde vive, sua carreira no Banco do Brasil, se é aposentado ou ainda trabalha e outros fatos que deseja destacar.

Pai e avô (5 filhos, 4 netos), sou natural de Votuporanga (SP), onde agora resido depois de ter morado em outras oito cidades paulistas, incluindo a capital, durante os quase 35 anos de atividades no BB. Iniciei minha trajetória em 1975, aos 14 anos de idade, como menor estagiário e me aposentei em 2010 como gerente da Agência Ponte São João em Jundiaí, no meu aniversário de 50 anos. Em 2011, me tornei esperantista e representante voluntário na minha cidade da Associação Universal de Esperanto, com sede em Roterdã, nos Países Baixos (Holanda).

Por que você resolveu fazer/apoiar esse projeto?

O esperantismo me atrai pela sua ideia de justiça, fraternidade e cultura da paz. A utilização de uma língua internacional neutra constitui benefício fundamental à humanidade. O esperanto como segunda língua tornaria a comunicação internacional justa e iria promover a democracia linguística, ensejando a proteção das culturas, que são baseadas em suas línguas nativas.

Qual a importância desse projeto para você?

Como esperantista, fico responsável pela divulgação do esperanto por meio do meu site pessoal PCP-Esperanto. Constitui em um repositório, compilado por mim, de referências à língua internacional esperanto (notícias, cursos, associações, eventos, etc). O acesso ao site, que é em língua portuguesa, é gratuito e não requer cadastramento de usuário.

Qual a importância desse projeto para as pessoas beneficiadas?

Línguas nacionais não são soluções ideais de língua internacional, que deve ser neutra, para evitar que a cultura da língua adotada concorra com as demais culturas. O esperanto, como segunda língua, torna justa a comunicação internacional entre pessoas. Com o advento da internet, não só em viagens, enfrentamos barreiras linguísticas diariamente na tela do celular. Investir tempo e dinheiro para 95% da população aprender inglês em nível inferior aos 5% nativos é modelo injusto de comunicação.

Resumidamente, como funciona o projeto?

Em todo o mundo pessoas simpatizantes do esperanto se associam em grupos, clubes e associações (internacionais, nacionais, regionais e locais) para aprender, ensinar, divulgar e se relacionar nessa língua auxiliar neutra.

É possível a participação voluntária de outras pessoas no projeto? Como isso pode ser feito?

Ao final da página “Notícias” do meu site há o botão “Voluntariado” que levará à uma lista com algumas opções para a atuação de voluntários.

O que mais você gostaria de destacar?

Entre outras informações, encontradas no meu site, estão as referências ao projeto de lei para o ensino facultativo no Brasil e às resoluções da Unesco em favor do esperanto.

Como ter acesso a informações, produtos, acervos etc. referentes ao projeto?

Podem acessar PCP-Esperanto e Projeto Amigos do Esperanto.