PREVI

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Perguntas frequentes

As informações abaixo se referem às concessões de novos financiamentos a partir de 2007.

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  • •Qual o critério para convocação?

    Os participantes habilitados à operação do Financiamento Imobiliário serão convocados com base no ordenamento por data de manifestação.

    O participante convocado que não efetivar a operação no prazo regulamentar, deverá realizar nova manifestação e se posicionará no final da “fila”.

  • •Qual o valor máximo do financiamento?

    O financiamento pode ser de até 100% do valor de avaliação do imóvel, desde que esteja dentro da capacidade de pagamento do participante. Você pode simular o financiamento diretamente no site PREVI.

  • •O financiamento é para qualquer tipo de imóvel?

    Não, somente para imóveis residenciais de alvenaria, em boas condições de conservação, situados em regiões urbanas, com obras concluídas, devidamente averbados no Registro de Imóveis, em situação documental regular, sem gravames ou ônus reais.
  • •O financiamento pode ser composto por dois associados?

    É facultado aos participantes, até o máximo de dois, a composição de renda, desde que ambos tenham sido convocados. Nesta hipótese, será considerada, para todos os efeitos, a idade do mais velho na apuração do prazo máximo de financiamento, e ambos ficarão solidariamente responsáveis pela totalidade do débito, de tal forma que o inadimplemento de qualquer um deles implicará o vencimento antecipado da dívida. No caso de falecimento de um dos mutuários, a PREVI quitará apenas a parcela imputada ao mutuário falecido. A manifestação do interesse em adquirir o financiamento utilizando a composição de renda deverá ser feita antes de iniciar o processo, por meio de correspondência enviada à PREVI e assinada por ambos os participantes.

  • •O mutuário terá desconto caso queira quitar antecipadamente o financiamento?

    Não. Na evolução dos contratos dos financiamentos concedidos a partir de 2007, o saldo devedor está sempre ajustado à data informada, não incluindo juros ou taxas futuras.

  • •O mutuário pode substituir o imóvel alienado?

    Sim. A substituição poderá ser realizada sob as modalidades “Não Simultânea”, mediante recolhimento à PREVI de valor equivalente ao saldo devedor atualizado, ou “Simultânea”, com a alienação fiduciária de novo imóvel, desde que o valor de avaliação não seja inferior ao saldo devedor atualizado. Em ambas as modalidades, será devida taxa de expediente de 1% do referido saldo devedor, além das despesas necessárias à formalização do novo contrato de financiamento, inclusive as despesas referentes à avaliação do novo imóvel e análise da documentação pertinente à operação.

  • •Se o mutuário falecer, o que acontecerá com o financiamento?

    No caso de falecimento do mutuário, todas as obrigações vincendas, de responsabilidade do mutuário, serão quitadas pelo Fundo de Quitação por Morte.
    Eventuais parcelas em atraso não serão cobertas pelo Fundo de Quitação por Morte, e permanecerão devidas à PREVI pelos herdeiros e sucessores. A carta de liberação da alienação fiduciária somente será entregue após a quitação destas parcelas.

  • •Quais as restrições para aderir a Repactuação?

    As restrições para a adesão são:
     
    - Mutuário não estar inscrito nos Plano 1 e Previ Futuro;
    - Pendências administrativas ou Judiciais com a PREVI;
    - Inadimplência com a PREVI (Financiamento Imobiliário, Emprétimo Simples, dívida previdenciária);
    - Incapacidade civil;
    - Aposentadoria/pensão provisória ou suspensa;
    - Impedimentos relativos ao imóvel (dívida de IPTU ou condomínio, imóvel comercial, com construção de madeira, tombado pelo poder público, construído em terreno de posse ou localizado em área rural, que possua gravame em 2º grau, pendência de obras ou acréscimos sem registro no RGI).
  • •Por que não há desconto na liquidação antecipada dos financiamentos concedidos a partir de 2007?

    A PREVI utiliza um sistema de amortização com taxas pós fixadas, onde o saldo devedor é atualizado mensalmente pelo INPC com defasagem de 2 meses. Por essa razão, esses contratos não contemplam desconto na liquidação antecipada.

  • •Quem pode aderir a Repactuação?

    Todos os mutuários dos Plano 1 e Previ Futuro que possuam contratos de Financiamento Imobiliário concedidos até janeiro de 2016.

  • •Qual a documentação necessária para a Repactuação?

    DOCUMENTOS DOS MUTUÁRIOS:


    - Cópia simples da Carteira de Identidade;
    - Cópia simples do CPF;
    - Cópia simples da Comprovação do Estado Civil:
                 Casado: certidão de casamento, com pacto antenupcial, se for o caso, devidamente registrado no Cartório de Registro de Imóveis;
                 Desquitado, Separado ou Divorciado: certidão de casamento com averbação do fato;
                 Viúvo: certidão de casamento com averbação do óbito ou acompanhada da certidão de óbito;
                 Solteiro: Declaração de Estado Civil (formulário fornecido pela PREVI) ou escritura declaratória de união estável.
    - Procuração por Instrumento Público (apenas para os mutuários que não possam comparecer ao Cartório do 6º Ofício de Notas do Rio de Janeiro para assinar a escritura de repactuação).

    APENAS PARA CONTRATOS ANTERIORES A 2007

    - Declaração de Seguro (formulário fornecido pela PREVI); 
    - Laudo de avaliação do imóvel (a ser solicitado por intermédio da PREVI).


    DOCUMENTOS DO IMÓVEL:


    - Certidão negativa de tributos municipais (IPTU);
    - Cópia de matrícula do imóvel atualizada;
    - Declaração negativa de débitos condominiais assinada por quem de direito (síndico ou administrador) com firma reconhecida em cartório.

    OBS.: Salientamos que poderão ser solicitados documentos complementares caso a PREVI julgue necessário.
     

  • •Nos contratos de financiamento imobiliário concedidos a partir de 2007, amortização extraordinária permite reduzir o prazo ou a prestação?

    Contratos concedidos entre 2007 e 31/01/2016
    Nesses contratos, a amortização extraordinária permite reduzir o valor das prestações vincendas ou o prazo do financiamento, a escolha do mutuário. Ressaltamos que, caso o valor da amortização não seja suficiente para reduzir o prazo restante ou o valor da prestação, sempre reduzirá o saldo devedor.


    Contratos concedidos a partir de 01/02/2016
    Nesses contratos, a amortização extraordinária poderá reduzir o valor das prestações vincendas, não sendo possível a opção pela redução do prazo. O valor da nova prestação será apurado considerando o saldo devedor e o prazo restante do financiamento no último dia de cada mês.

  • •Como fica o seguro do imóvel após a Repactuação?

    - Para os contratos de financiamento imobiliário concedidos no período de 01/01/2007 até 31/01/2016 não haverá alteração na forma de contratação do seguro. 
     
    - Para os contratos concedidos até 2006, o seguro será contratado pela PREVI, o valor do prêmio será apurado considerando o valor de avaliação do imóvel hipotecado/alienado e será cobrado anualmente junto com uma das prestações mensais durante todo o prazo do financiamento. As condições e coberturas estão detalhadas no Guia CARIM.
  • •Como fica o contrato de Financiamento Imobiliário após a Repactuação?

    Os contratos repactuados passarão a ser regidos pelo regulamento do Financiamento Imobiliário vigente desde 01/02/2016, do qual destacamos o seguinte:


    - O prazo da repactuação será de 36 a 420 meses, desde que a idade do mutuário somada ao prazo não ultrapasse 85 anos;
    - A prestação será recalculada mensalmente, no início de cada mês, conforme definido no artigo 14, parágrafo 2º do Regulamento da Carim, considerando o saldo devedor e o prazo restante;
    - O saldo devedor será corrigido pelo indíce atuarial (INPC) com dois meses de defasagem;
    - A prestação inicial ficará limitada a 20% da renda bruta do mutuário;
    - A cobrança da prestação mensal ficará limitada a 30% da renda bruta do mutuário.  

  • •Quem pode obter o financiamento?

    • Plano de Benefícios nº 1: Participantes e assistidos com dez anos completos de filiação à PREVI.
    • Plano PREVI Futuro: Participantes e assistidos com dez anos completos de filiação à PREVI, desde que o titular ainda não tenha utilizado financiamento.
  • •Como se calcula o valor máximo do financiamento?

    O valor máximo do financiamento é o resultado da combinação da capacidade de pagamento do participante (a sua renda) e do prazo do financiamento desejado (que pode variar de 36 a 420 meses observada a idade do participante).

    O primeiro passo para se encontrar o valor máximo do financiamento é obter o valor da prestação máxima da seguinte forma: calcula-se 20% da renda bruta e compara com o valor da margem consignável do participante. O valor da prestação máxima será o menor dentre os dois valores. Depois disso, aplica-se sobre este valor, a taxa do índice atuarial com defasagem de dois meses, a taxa mensal equivalente aos juros atuariais estabelecidos para o plano de benefícios e a taxa mensal equivalente para os fundos de liquidez e quitação por morte, levando-se em conta ainda o prazo do financiamento em meses. Com este procedimento, encontra-se o valor máximo do financiamento. A fórmula matemática que reflete tal cálculo encontra-se no regulamento da Carim, no artigo 9.

  • •Por que é cobrada taxa de administração?

    A Resolução CMN Nº 3792, de 24/09/2009, no Art. 34 estabelece que: “Art. 34. Os encargos financeiros das operações com participantes devem ser superiores à taxa mínima atuarial, para planos constituídos na modalidade de benefício definido, ou ao índice de referência estabelecido na política de investimentos, para planos constituídos em outras modalidades, acrescidos de taxa referente à administração das operações”.

  • •Como fica a prestação do funcionário quando houver perda de renda?

    O valor da prestação não muda, no entanto a cobrança ficará limitada a 30% dos proventos brutos mensais. Nesses casos, serão consideradas, também as verbas de caráter extraordinário, tais como substituição de função e horas extras.

  • •Na repactuação será possível elevar o valor do financiamento imobiliário?

    Não. O valor da repactuação é limitado ao valor para liquidação antecipada do financiamento.  

  • •Como saber a minha posição?

    A consulta pode ser feita pelo Autoatendimento do site, pelo 0800 729 0505 ou pelo 0800 031 0505.

  • •Como se dará o processo de concessão?

    Periodicamente, a PREVI convocará os participantes que se manifestam, obedecendo a ordem de classificação, bem como a disponibilidade de recursos de cada plano, estabelecida por lei e na Política de Investimentos da PREVI.

  • •Qual o prazo para pagamento?

    O prazo para pagar é de no mínimo 36 meses e no máximo 420 meses. O prazo do financiamento poderá ser definido pelo mutuário, de acordo com sua capacidade de pagamento.

    Detalhe importante: o prazo previsto para o pagamento somado à idade do participante não pode ultrapassar 85 anos.
     

  • •Como faço para obter o financiamento?

    Quando quiser iniciar o processo para obter o financiamento, basta acessar o Autoatendimento aqui do site ou ligar para 0800 729 0505 ou 0800 031 0505 e manifestar seu interesse. Depois, é só aguardar a convocação feita pela PREVI, respeitada a ordem de classificação, lembrando que a disponibilidade de recursos de cada plano fica restrita à limitação legal e à Política de Investimentos da PREVI. A partir desse momento, o participante deve verificar o prazo  para iniciar o processo de financiamento conforme seu plano de benefícios. Atualize seu endereço de e-mail no Autoatendimento, para que você receba a carta de convocação.

  • •Quais são as despesas de responsabilidade exclusiva do participante incorridas até a contratação do financiamento?

    As despesas de avaliação técnica do imóvel, de emissão de certidões e outros documentos, o ITBI e as despesas com o registro do contrato no Cartório de Registro de Imóveis.
  • •A PREVI financiará essas despesas?

    Não.

  • •Que indexador será adotado no financiamento?

    O indexador será sempre o mesmo adotado para os cálculos atuariais do Plano de Benefícios. Atualmente o INPC é o índice utilizado para atualização.

  • •Quando serão recalculadas as prestações?

    O valor das prestações será recalculado mensalmente, considerando o saldo devedor e o prazo restante.

  • •O mutuário poderá fazer amortização extraordinária?

    Sim. O mutuário poderá amortizar o financiamento a qualquer tempo.

  • •Como fica o financiamento se o mutuário desligar-se da PREVI?

    Caso o mutuário venha a desligar-se do Plano de Benefícios, será utilizado para amortizar/ liquidar o financiamento imobiliário o saldo de sua Reserva de Poupança (conforme as regras estabelecidas nos Regulamentos do Plano de Benefícios e da Carim relativas ao Plano que o Participante seja filiado). Caso os recursos não sejam suficientes para liquidação do financiamento, os juros incidentes sobre o saldo devedor remanescente sofrerão acréscimo de 2% a.a.

  • •Após o término do prazo previsto no contrato para pagamento do financiamento, o saldo devedor estará quitado?

    Sim. Eventuais resíduos serão cobertos pelo Fundo de Liquidez desde que o Financiamento Imobiliário tenha sido contratado no prazo máximo, conforme definido no artigo 8 caput e parágrafo 1º do Regulamento da Carim.

    Obs.: obrigações em atraso, principais ou acessórias, não são cobertas pelo Fundo de Liquidez, e permanecerão devidas à PREVI.

  • •Como fica o financiamento se o mutuário atrasar o pagamento das prestações?

    Ocorrendo impontualidade no pagamento de qualquer obrigação, principal ou acessória, o valor será atualizado monetariamente, desde a data do vencimento até a data do efetivo pagamento, pelo critério pro-rata dia, com aplicação do índice atuarial  (atualmente o INPC) mais juros atuariais do Plano de Benefícios do participante.

    Em caso de mora ou vencimento antecipado da dívida, incidirão, além dos encargos normais, multa de 2% e juros de 1% a.m. sobre o respectivo montante.

  • •Quais os custos envolvidos na Repactuação?

    Todas as despesas do processo de repactuação correrão por conta do mutuário e não poderão ser financiadas pela PREVI.


    Na tabela a seguir, apresentamos alguns valores estimados:


    DESCRIÇÃO
    VALORES¹
    Confecção do Aditivo de Repactuação no Cartório do 6° Ofício de Notas do Rio de Janeiro² R$ 300,00
    Registro do Aditivo de Repactuação no RGI do município do imovel R$ 200,00
    Laudo de Avaliação do Imóvel³ R$ 500,00
    Procuração Pública4 R$ 400,00
    Total R$ 1.400,00
    1 - Valores estimados, sujeitos a alteração, com base no mês de julho de 2016.
    2 - Será confeccionado no Cartório do 6° Ofício de Notas do Rio de Janeiro.
    3 - Apenas para os contratos anteriores a 2007.
    4 - Apenas para os participantes que não possam comparecer ao Cartório do 6° Ofício de Notas do Rio de Janeiro

    Obs.: Não haverá pagamento de nenhum valor à PREVI.

  • •Após a liquidação do meu financiamento imobiliário, como faço para obter a documentação necessária para a efetivação da baixa de hipoteca ou do cancelamento da alienação fiduciária?

    O ofício de baixa de hipoteca ou cancelamento de alienação fiduciária só será encaminhado mediante solicitação do mutuário por meio dos canais de atendimento da PREVI (seção Fale Conosco do site www.previ.com.br ou Central de Atendimento Telefônico 0800-729-0505 ou 0800-031-0505) para o endereço informado na solicitação.


    Após o recebimento do ofício acompanhado da procuração, o mutuário deverá procurar o Registro Geral de Imóveis (RGI) indicado no ofício para efetuar a baixa da hipoteca/cancelamento da alienação fiduciária. Este procedimento deverá ser realizado no ato do recebimento, devido ao prazo de aceitação da procuração pelos cartórios.


    Atenção: Para financiamento em condomínio, o ofício seguirá somente após a confirmação da liquidação do financiamento pelos dois mutuários.