A nova tabela do PIP foi aprovada pela Previc, ampliando as contribuições de cerca de 60 mil participantes do Previ Futuro, após anos de mobilização e trabalho técnico. No Plano 1, a Previ encerrou o ciclo "superacionista" e passou a focar em liquidez e diversificação. Em parceria com a Cassi, iniciou projeto piloto na CliniCassi de Brasília, ampliando o atendimento com mais proximidade e cuidado.
A Previ celebrou seus 120 anos com iniciativas que reforçaram sua trajetória de solidez, sustentabilidade e inovação. As Entidades Fechadas de Previdência Complementar conquistaram uma vitória histórica ao negociar com o governo federal a possibilidade de escolha do regime de tributação apenas no momento da aposentadoria, promovendo mais liberdade e justiça tributária. Também foi criado o Previx, o chatbot da Previ, desenvolvido para facilitar o relacionamento com os associados.
O Plano 1 registrou o maior superávit da última década, enquanto o Previ Futuro teve um crescimento expressivo no total de ativos, evidenciando a solidez da gestão e o compromisso com os associados. Foi também o ano de lançamento do programa Previ Presente, que aproximou a Previ dos participantes por meio de eventos e encontros em diversas regiões do país, fortalecendo o relacionamento e promovendo a escuta ativa.
O Previ Família completou dois anos de vida em março e, apesar da grave crise trazida pela pandemia de Covid-19, celebrou seu aniversário com um patrimônio de R$161 milhões e mais de 3 mil participantes. Além disso, o público-alvo do plano foi ampliado e parentes consanguíneos de até 4º grau podem se inscrever.
Um ano e três meses após o lançamento, o Previ Família alcançou o patrimônio de R$ 100 milhões. Assim, o plano desponta como um dos maiores patrimônios entre os planos instituídos no segmento de previdência complementar fechada. Esse resultado reforça a confiança dos associados da Entidade na competência e na solidez da Previ, já que, além de o recomendarem aos seus parentes, muitos também se associaram ao plano.
A Previ foi contemplada com o Selo de Engajamento Abrapp 2021, um reconhecimento às entidades que possuem um bom nível de comprometimento de suas equipes internas. A iniciativa, em sua primeira edição, foi criada com o objetivo de avaliar a satisfação do quadro funcional e incentivar maior engajamento dos colaboradores e equipes para enfrentar os desafios impostos pelo cenário atual de mudanças aceleradas, inclusive as impostas pela pandemia da Covid-19.
A Previ recebeu o Selo de Autorregulação em Governança Corporativa concedido pela Abrapp em conjunto com o Sindapp e o ICSS. O selo atesta, por meio de cuidadoso processo de verificação, que a Previ está em conformidade com os princípios, diretrizes e obrigações estabelecidos pelo Código de Governança Corporativa da Abrapp, um importante referencial de boas práticas para o aperfeiçoamento da governança corporativa das Entidades Fechadas de Previdência Complementar.
Por seu comprometimento com medidas de integridade voltadas para a prevenção e combate a práticas de fraude e corrupção, a Previ foi reconhecida como Empresa Pró-Ética. É a primeira vez que uma Entidade ligada ao segmento de fundos de pensão é reconhecida com o selo do Programa, uma iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU) e do Instituto Ethos.
O Previ Família é lançado e estende aos familiares dos participantes a possibilidade de contar com a excelência, a segurança e a solidez da Previ na gestão de um plano de previdência. Os associados da Previ também podem contratar o novo plano.
Após período de déficit, gerado por crises econômicas, equilíbrio atuarial do Plano 1 é recuperado e a Previ segue firme sem cobrar contribuições extraordinárias de seus associados.
A Previ é elogiada em Relatório Final na Câmara dos Deputados e sai fortalecida de um momento de turbulência vivido pelo setor de Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC)
Em um cenário novo no país, de taxas de juros baixas, a Previ diversificou ainda mais os seus investimentos, com destaque para os empreendimentos imobiliários. Outra iniciativa importante foi a aprovação da possibilidade de investimento direto no exterior. O resultado do Plano 1 permitiu a manutenção da suspensão das contribuições e do pagamento do Benefício Especial Temporário (BET) por mais um exercício.
A solidez dos ativos, a ênfase na diversificação e a observância da Política de Investimentos da Previ foram capazes de amenizar os efeitos da crise europeia. A consolidação e a continuidade do pagamento do BET foram conquistas relevantes para os participantes do Plano 1. O Previ Futuro segue em fase de acumulação com a diversificação e a ampliação da sua carteira de investimentos e o crescente número de adesões ao Plano.
O Previ Futuro superou R$ 2 bilhões em ativos. No Plano 1, foi aprovada a destinação da Reserva Especial, com a incorporação dos Benefícios Especiais de Remuneração e de Proporcionalidade ao Passivo Atuarial do Plano, o pagamento do Benefício Especial Temporário (BET) e a suspensão das contribuições dos participantes por mais três anos consecutivos. A Previ sediou a primeira reunião, no Brasil, da cúpula do Principles for Responsible Investment - PRI.
O ano começou cercado de incertezas e terminou com um ótimo resultado, que ratifica, mais uma vez, a solidez da Previ e sua capacidade de superar desafios. O lançamento do programa Perfis de Investimento, o aumento de limite e de prazo para as operações de Empréstimo Simples e a extensão do financiamento imobiliário para os participantes do Previ Futuro e para aqueles do Plano 1 que já quitaram o financiamento anterior foram os destaques do ano.
A Previ, mesmo diante do cenário de crise econômica mundial e apesar do resultado negativo do exercício, manteve a situação superavitária do Plano 1 e, no Plano Previ Futuro, alcançou a marca de R$ 1 bilhão em ativos e mais de 52 mil associados. Importante destacar também a redução da taxa de administração e o aumento do limite de crédito do Empréstimo Simples, a abertura da carteira imobiliária para o Previ Futuro e a melhoria dos canais de comunicação com os participantes.
A suspensão da cobrança de contribuições do Plano de Benefícios 1 foi uma das medidas aprovadas para utilização do superávit. As mudanças no Regulamento do Plano 1 permitiram o pagamento de diversos benefícios especiais ao participantes, conforme a situação de cada grupo. Neste mesmo ano, a Previ volta a conceder financiamentos imobiliários por meio da Carim 2007.
Desde 2006, a Previ reconhece as uniões homoafetivas em seus planos de benefícios. Antes mesmo do reconhecimento do Supremo Tribunal Federal, que só ocorreu em 2011.
A Previ foi a única instituição da América Latina convidada a participar da reunião da ONU que discutiu a elaboração dos Princípios para o Investimento Responsável - PRI e Governança Corporativa.
Os recursos totais da Previ alcançaram a marca histórica dos R$ 106 bilhões, aproximadamente 30% do total dos recursos dos fundos de previdência brasileiros. Os resultados positivos permitiram o aumento dos benefícios, com a redução da Parcela Previ (PP), e a redução das contribuições em 40%.
No seu centenário, a Previ é o mais importante fundo de pensão do país e o maior da América Latina. Durante todo esse tempo, a Previ vem permitindo a seus associados garantias de segurança e tranquilidade no futuro. No início, foram 52 sócios. Após 100 anos, eram 120 mil.
A Previ sofre, por cerca de 40 dias, intervenção do Ministério da Previdência e Assistência Social por não proceder a alteração estatutária que introduziria na entidade o voto de qualidade da patrocinadora.
Promulgação das Leis Complementares 108 e 109, as quais vêm substituir a Lei 6.435 e decretos que a complementam na normatização do funcionamento dos fundos de pensão e das demais entidades de previdência complementar. Entre os principais impactos dessa nova legislação sobre a Previ está um maior controle, pelas patrocinadoras, do processo decisório nas entidades vinculadas a empresas públicas, por meio do voto de qualidade.
É promulgada a Emenda Constitucional nº 20, que introduz a norma da paridade das contribuições entre patrocinadores e associados. A medida repercute sobre a Previ, na medida em que ela praticava, até então, a fórmula 2:1, ou seja: duas partes de contribuição da patrocinadora para 1 parte do associado.
A Reforma Estatuária de 1997 introduz o modelo de gestão participativa na Previ e promove a ampliação da participação dos associados nos destinos da entidade. É criado o Previ Futuro, Plano destinado aos novos funcionários do Banco do Brasil.
A Previ vence os leilões de privatização da Acesita, Companhia de Aços Especiais Itabira, adquirindo também cerca de 15% do capital volante e liderando um acordo de acionistas que acaba por eleger a nova diretoria da empresa.
A Previ participa da privatização da Usiminas, primeira estatal brasileira a ter seu controle acionário transferido para agentes privados. Na ocasião, a Previ adquire 14,94% do capital votante da empresa, o que lhe permite a indicação de representante para o Conselho de Administração.
Pela primeira vez em uma eleição para a Diretoria da Previ, houve mais de uma chapa concorrendo. A partir daí, as eleições para a Diretoria Deliberativa e o Conselho Fiscal passaram a ser mais competitivas efetivamente, assim como a participação dos associados tornou-se mais intensa.
A década de 80 teve como marco inicial a superação do crescente déficit técnico apresentado pela entidade, gerado pelas inconsistências herdadas do antigo Estatuto de 1967, quando assumiu compromissos relativos a benefícios para funcionários que, até então nunca haviam contribuído para o seu fundo.
Em 15 de julho, é promulgada a Lei 6.435, que inaugura a regulamentação da previdência privada. Esta lei organizava o setor, estabelecendo a distinção entre as entidades abertas e as entidades fechadas de previdência privada.
A Caixa de Previdência foi autorizada a receber como sócios todos os funcionários que até então eram vinculados unicamente ao antigo IAPB. A antiga Caixa da Previdência desaparecia, dando lugar à CAPRE, que buscava adaptar-se ao novo ambiente institucional da previdência do país. O novo fundo torna-se então a entidade complementadora de benefícios de aposentadoria e pensões de funcionários do Banco do Brasil.
O IAPB, Instituto de Aposentadoria e Pensão dos Bancários, é extinto e surge o Instituto Nacional da Previdência Social, o INPS, que une diversos institutos previdenciários.
Em 27 de janeiro, é criada a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil com o objetivo de ressarcir as despesas de saúde do corpo social da instituição, que também presta serviços médicos. Só no primeiro ano se associam cerca de 3,5 mil funcionários do Banco.
A Caixa da Previdência cria os "empréstimos hipotecários" destinados à "construção, aquisição e reformas de casas residenciais ou liquidação de hipotecas".
Em julho, foi criada a Caixa de Empréstimos aos Funcionários do Banco do Brasil, que oferecia uma modalidade de crédito semelhante aos "empréstimos rápidos".
O Governo Federal decreta a criação do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Bancários (IAPB), que, diferentemente das caixas, que se organizavam por empresa, deveria oferecer cobertura previdenciária a toda a categoria. Por meio de uma nova reforma estatutária, a Caixa Montepio é transformada em Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, e passa a assumir a responsabilidade pelo pagamento das aposentadorias dos funcionários do Banco que não optaram pelo IAPB.
A Diretoria do Banco transforma o Fundo de Beneficência em Fundação, "entidade jurídica autônoma, administrada pelos próprios funcionários", mas sob sua fiscalização; e resolve repassar à Caixa Montepio, às voltas com um déficit, a cota de 1% do lucro líquido semestral da instituição, que antes era destinada ao Fundo de Beneficência, cujo patrimônio já se encontrava integralizado.
É organizado o Serviço Médico do Banco do Brasil, o que significou, segundo relatório apresentado no ano seguinte na Assembleia Geral dos Acionistas, "uma economia considerável na aplicação dos dinheiros do Fundo".
É instituída a Caixa de Pecúlios dos Funcionários do Banco do Brasil. Com ela, a família do funcionário falecido passa a receber, de uma só vez, o benefício pecuniário. É independente dos planos de benefícios e mantém-se por meio de contribuições específicas.
Votação da 1ª lei criando a primeira caixa de aposentadoria chamada lei Elói Chaves. Neste mesmo ano foi criado o Fundo de Beneficência dos Funcionários do Banco do Brasil com a finalidade de dar assistência aos funcionários afastados.
Na Assembleia Geral de 29 de abril, é regulamentada uma proposta de aposentadoria custeada pelo Banco do Brasil para empregados com mais de 30 anos de serviço ou considerados inválidos por uma junta médica, e que tenham mais de dez anos de serviço efetivo.
Em 3 de abril, a Assembleia Geral dos Acionistas resolve destinar, semestralmente, a doação de um valor fixo à Caixa Montepio. A decisão é regulamentada e registrada no Relatório Anual da Caixa Montepio dos Funcionários do Banco do Brasil.
A direção do Banco do Brasil auxilia seus funcionários afastados do trabalho por invalidez ou idade, pagando-lhes integralmente o salário que recebiam quando estavam na ativa. Esta preocupação é registrada no Relatório Anual à Assembleia Geral dos Acionistas: "Não seria digno do Banco desamparar seus servidores na velhice e na invalidez".
No início do século passado, um grupo de funcionários coloca em prática um projeto ambicioso e incomum na sociedade brasileira da época: a criação de um fundo de pensão para garantir segurança e tranquilidade no futuro. No dia 16 de abril de 1904, o sonho transforma-se em realidade e é criada a Caixa Montepio dos Funccionarios do Banco da Republica do Brazil, com 52 associados.