A Previ

Nossa História

1904

Um projeto de futuro

No início do século passado, um grupo de funcionários coloca em prática um projeto ambicioso e incomum na sociedade brasileira da época: a criação de um fundo de pensão para garantir segurança e tranquilidade no futuro. No dia 16 de abril de 1904, o sonho transforma-se em realidade e é criada a Caixa Montepio dos Funccionarios do Banco da Republica do Brazil, com 52 associados.

1905

Amparo ao trabalhador

A direção do Banco do Brasil auxilia seus funcionários afastados do trabalho por invalidez ou idade, pagando-lhes integralmente o salário que recebiam quando estavam na ativa. Esta preocupação é registrada no Relatório Anual à Assembleia Geral dos Acionistas: "Não seria digno do Banco desamparar seus servidores na velhice e na invalidez".

1911

Amparo ao trabalhador

Em 3 de abril, a Assembleia Geral dos Acionistas resolve destinar, semestralmente, a doação de um valor fixo à Caixa Montepio. A decisão é regulamentada e registrada no Relatório Anual da Caixa Montepio dos Funcionários do Banco do Brasil.

1913

Amparo ao trabalhador

Na Assembleia Geral de 29 de abril, é regulamentada uma proposta de aposentadoria custeada pelo Banco do Brasil para empregados com mais de 30 anos de serviço ou considerados inválidos por uma junta médica, e que tenham mais de dez anos de serviço efetivo.

1923

Aposentadoria custeada

Votação da 1ª lei criando a primeira caixa de aposentadoria chamada lei Elói Chaves. Neste mesmo ano foi criado o Fundo de Beneficência dos Funcionários do Banco do Brasil com a finalidade de dar assistência aos funcionários afastados.

1926

Criação da Caixa de Pecúlios

É instituída a Caixa de Pecúlios dos Funcionários do Banco do Brasil. Com ela, a família do funcionário falecido passa a receber, de uma só vez, o benefício pecuniário. É independente dos planos de benefícios e mantém-se por meio de contribuições específicas.

1930

Médicos do Banco do Brasil

É organizado o Serviço Médico do Banco do Brasil, o que significou, segundo relatório apresentado no ano seguinte na Assembleia Geral dos Acionistas, "uma economia considerável na aplicação dos dinheiros do Fundo".

1933

Uma caixa mais moderna

A Diretoria do Banco transforma o Fundo de Beneficência em Fundação, "entidade jurídica autônoma, administrada pelos próprios funcionários", mas sob sua fiscalização; e resolve repassar à Caixa Montepio, às voltas com um déficit, a cota de 1% do lucro líquido semestral da instituição, que antes era destinada ao Fundo de Beneficência, cujo patrimônio já se encontrava integralizado.

1934

Carteira de empréstimo

Em julho, foi criada a Caixa de Empréstimos aos Funcionários do Banco do Brasil, que oferecia uma modalidade de crédito semelhante aos "empréstimos rápidos".

1934

Reforma estatutária

O Governo Federal decreta a criação do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Bancários (IAPB), que, diferentemente das caixas, que se organizavam por empresa, deveria oferecer cobertura previdenciária a toda a categoria. Por meio de uma nova reforma estatutária, a Caixa Montepio é transformada em Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil, e passa a assumir a responsabilidade pelo pagamento das aposentadorias dos funcionários do Banco que não optaram pelo IAPB.

1936

O sonho da casa própria

A Caixa da Previdência cria os "empréstimos hipotecários" destinados à "construção, aquisição e reformas de casas residenciais ou liquidação de hipotecas".

1944

Novos benefícios para os associados

Em 27 de janeiro, é criada a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil com o objetivo de ressarcir as despesas de saúde do corpo social da instituição, que também presta serviços médicos. Só no primeiro ano se associam cerca de 3,5 mil funcionários do Banco.

1966

A nova previdência

O IAPB, Instituto de Aposentadoria e Pensão dos Bancários, é extinto e surge o Instituto Nacional da Previdência Social, o INPS, que une diversos institutos previdenciários.

1967

A Capre e a nova previdência

A Caixa de Previdência foi autorizada a receber como sócios todos os funcionários que até então eram vinculados unicamente ao antigo IAPB. A antiga Caixa da Previdência desaparecia, dando lugar à CAPRE, que buscava adaptar-se ao novo ambiente institucional da previdência do país. O novo fundo torna-se então a entidade complementadora de benefícios de aposentadoria e pensões de funcionários do Banco do Brasil.

1977

Lei regulamenta a previdência privada

Em 15 de julho, é promulgada a Lei 6.435, que inaugura a regulamentação da previdência privada. Esta lei organizava o setor, estabelecendo a distinção entre as entidades abertas e as entidades fechadas de previdência privada.

1980

Previ supera o déficit

A década de 80 teve como marco inicial a superação do crescente déficit técnico apresentado pela entidade, gerado pelas inconsistências herdadas do antigo Estatuto de 1967, quando assumiu compromissos relativos a benefícios para funcionários que, até então nunca haviam contribuído para o seu fundo.

1988

Eleições na Previ

Pela primeira vez em uma eleição para a Diretoria da Previ, houve mais de uma chapa concorrendo. A partir daí, as eleições para a Diretoria Deliberativa e o Conselho Fiscal passaram a ser mais competitivas efetivamente, assim como a participação dos associados tornou-se mais intensa.

1991

Previ adquire ações da Usiminas

A Previ participa da privatização da Usiminas, primeira estatal brasileira a ter seu controle acionário transferido para agentes privados. Na ocasião, a Previ adquire 14,94% do capital votante da empresa, o que lhe permite a indicação de representante para o Conselho de Administração.

1992

Uma força emergente na economia

A Previ vence os leilões de privatização da Acesita, Companhia de Aços Especiais Itabira, adquirindo também cerca de 15% do capital volante e liderando um acordo de acionistas que acaba por eleger a nova diretoria da empresa.

1997

Novo modelo de gestão e criação do Previ Futuro

A Reforma Estatuária de 1997 introduz o modelo de gestão participativa na Previ e promove a ampliação da participação dos associados nos destinos da entidade. É criado o Previ Futuro, Plano destinado aos novos funcionários do Banco do Brasil.

1998

Paridade das contribuições

É promulgada a Emenda Constitucional nº 20, que introduz a norma da paridade das contribuições entre patrocinadores e associados. A medida repercute sobre a Previ, na medida em que ela praticava, até então, a fórmula 2:1, ou seja: duas partes de contribuição da patrocinadora para 1 parte do associado.

2001

Novas regras são implementadas

Promulgação das Leis Complementares 108 e 109, as quais vêm substituir a Lei 6.435 e decretos que a complementam na normatização do funcionamento dos fundos de pensão e das demais entidades de previdência complementar. Entre os principais impactos dessa nova legislação sobre a Previ está um maior controle, pelas patrocinadoras, do processo decisório nas entidades vinculadas a empresas públicas, por meio do voto de qualidade.

2002

Previ sofre intervenção

No seu centenário, a Previ é o mais importante fundo de pensão do país e o maior da América Latina. Durante todo esse tempo, a PREVI vem permitindo a seus associados garantias de segurança e tranquilidade no futuro. No início, foram 52 sócios. Após 100 anos, eram 120 mil.

2004

Centenário da Previ

No seu centenário, a Previ é o mais importante fundo de pensão do país e o maior da América Latina. Durante todo esse tempo, a Previ vem permitindo a seus associados garantias de segurança e tranquilidade no futuro. No início, foram 52 sócios. Após 100 anos, eram 120 mil.

2005

Responsabilidade social

A Previ foi a única instituição da América Latina convidada a participar da reunião da ONU que discutiu a elaboração dos Princípios para o Investimento Responsável - PRI e Governança Corporativa.

2005

Responsabilidade social

Os recursos totais da Previ alcançaram a marca histórica dos R$ 106 bilhões, aproximadamente 30% do total dos recursos dos fundos de previdência brasileiros. Os resultados positivos permitiram o aumento dos benefícios, com a redução da Parcela Previ (PP), e a redução das contribuições em 40%.

2007

Superávit permite mais benefícios para os associados

A suspensão da cobrança de contribuições do Plano de Benefícios 1 foi uma das medidas aprovadas para utilização do superávit. As mudanças no Regulamento do Plano 1 permitiram o pagamento de diversos benefícios especiais ao participantes, conforme a situação de cada grupo. Neste mesmo ano, a Previ volta a conceder financiamentos imobiliários por meio da Carim 2007.

2008

Crise mundial não impede a evolução dos planos

A Previ, mesmo diante do cenário de crise econômica mundial e apesar do resultado negativo do exercício, manteve a situação superavitária do Plano 1 e, no Plano Previ Futuro, alcançou a marca de R$ 1 bilhão em ativos e mais de 52 mil associados. Importante destacar também a redução da taxa de administração e o aumento do limite de crédito do Empréstimo Simples, a abertura da carteira imobiliária para o Previ Futuro e a melhoria dos canais de comunicação com os participantes.

2009

Importante resultado em ano de incertezas

O ano começou cercado de incertezas e terminou com um ótimo resultado, que ratifica, mais uma vez, a solidez da Previ e sua capacidade de superar desafios. O lançamento do programa Perfis de Investimento, o aumento de limite e de prazo para as operações de Empréstimo Simples e a extensão do financiamento imobiliário para os participantes do Previ Futuro e para aqueles do Plano 1 que já quitaram o financiamento anterior foram os destaques do ano.

2010

Investimento com Responsabilidade

O Previ Futuro superou R$ 2 bilhões em ativos. No Plano 1, foi aprovada a destinação da Reserva Especial, com a incorporação dos Benefícios Especiais de Remuneração e de Proporcionalidade ao Passivo Atuarial do Plano, o pagamento do Benefício Especial Temporário (BET) e a suspensão das contribuições dos participantes por mais três anos consecutivos. A Previ sediou a primeira reunião, no Brasil, da cúpula do Principles for Responsible Investment - PRI.

2011

Solidez e conquistas

A solidez dos ativos, a ênfase na diversificação e a observância da Política de Investimentos da Previ foram capazes de amenizar os efeitos da crise europeia. A consolidação e a continuidade do pagamento do BET foram conquistas relevantes para os participantes do Plano 1. O Previ Futuro segue em fase de acumulação com a diversificação e a ampliação da sua carteira de investimentos e o crescente número de adesões ao Plano.

2012

Novo cenário

Em um cenário novo no país, de taxas de juros baixas, a Previ diversificou ainda mais os seus investimentos, com destaque para os empreendimentos imobiliários. Outra iniciativa importante foi a aprovação da possibilidade de investimento direto no exterior. O resultado do Plano 1 permitiu a manutenção da suspensão das contribuições e do pagamento do Benefício Especial Temporário (BET) por mais um exercício.