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Dirson Azambuja Dias

16/12/2021

Nascido em Tapes, no Rio Grande do Sul, reside em Brasília, no Distrito Federal desde 1977. Assumiu no Banco do Brasil na cidade de Santa Rosa, em seu estado de nascimento. Em 1976 foi nomeado chefe de setor em Santa Vitória do Palmar, no Rio Grande do Sul. Em 1977, requisitado pelo DEPAD/Deorg para estágio, com a finalidade de participar em equipe para elaborar rotinas de serviços que iriam compor manuais a serem divulgados e por revisar os existentes. Nessa fase, participou ativamente na constituição do BB-Car, permanecendo no Rio de Janeiro por mais de um ano. Em 1988, foi nomeado auditor e teve a oportunidade de ficar quatro meses trabalhando na Previ. Aposentou em 1993. Atuou como Perito Judicial na Justiça Federal e, posteriormente, até 2012, prestou serviços como assistente técnico em operações ajuizadas pelo Banco do Brasil, que seriam periciadas, quando encerrou suas atividades profissionais.

Como surgiu a literatura em sua vida?

A literatura surgiu aos poucos. Eu gostava de ler e desde cedo tinha curiosidade em ouvir histórias. No Banco do Brasil, a convivência com clientes, desde os tempos da MOVEC, permitiu-me ampliar o acervo de informações, através do relacionamento com diversas etnias. As histórias que ouvia foram aos poucos me despertando para escrevê-las. Ao ler O caminho das Pedras, de Ryoki Inoue, percebi que também poderia ser um escritor. Depois, visando me preparar, li muitos livros voltados para a escrita criativa.

Em que você se inspira? Você se espelha em outros autores?

A vida me inspira. A leitura me inspira. Sou fã de muitos autores. Tento fazer uma escrita mais direta e com palavras de fácil assimilação. Gosto da literatura de entretenimento, gostaria de escrever como F. Scott Fitzgerald, Ken Follett, A. J. Cronin, Stephen King, John Grisham, entre outros.

Ao escrever, quais assuntos e temas mais despertam seu interesse? Por quê?

Como é meu primeiro livro, ainda não tenho uma resposta definitiva. Penso que o relacionamento entre pessoas e convivência em pequenas cidades, no momento, despertam a minha atenção.

Que obras já lançou e sobre que temas se referem?

Sou escritor de primeira obra. Os Bicos da Pandorga tem como temas o relacionamento dos brasileiros e alemães na época da Segunda Guerra Mundial e o contrabando de fronteira.

Está trabalhando em alguma nova obra? Tem alguma previsão de lançamento?

Sim, estou trabalhando em um romance ambientado em cidades pequenas, cujo título inicial é O Sobrado Velho, sem previsão da data de conclusão.

Qual a importância do trabalho criativo em sua vida? O que você busca com suas obras?

Busco ter uma ocupação sem exigência de cumprimento de cronograma, que me mantenha ativo e feliz. A escrita me proporciona isso.

Recomenda a outros colegas que se dediquem a esse tipo de atividade? Por quê?

Incentivo sempre que tenho oportunidade, porque trata-se de uma ocupação sem o estresse, e que traz felicidade ao ver a obra concluída sendo lida e comentada.

Gostaria de destacar mais alguma informação?

Atualmente existem muitas obras orientando a escrita criativa. Para se iniciar incentivo à leitura de livros ou cursos nesse sentido.

Como ter acesso a suas obras?

 

Os Bicos da Pandorga está à venda na Amazon, como livro físico e digital, no site da Submarino, Estante Virtual, Magazine Luiza, Lojas Americanas, como livro físico.

 

 

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